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Postado em 16/02/2012 às 18:24 por Redação em NotíciasPolítica

Policiais civis dão novo prazo, decisão sobre greve é adiada

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por Assessoria

Adepol

Policiais civis dão novo prazo, decisão sobre greve é adiada

Os policiais civis de Alagoas deram um novo prazo ao Governo do Estado quanto à decisão sobre a greve na assembleia geral, realizada na tarde desta quinta-feira (16/02). A categoria ressalta que adia a decisão sobre a greve em respeito à sociedade alagoana, que está à véspera do Carnaval.

Os policiais civis estão reivindicando o cumprimento dos itens do acordo com o governo do Estado desde o ano passado. Entre as reivindicações, o Plano de Cargos, Carreira e Subsídios; o piso salarial de 60% da remuneração do delegado de polícia; a aposentadoria especial com integralidade e paridade; a revogação das portarias que punem grevistas e a melhoria nas condições de trabalho.

Uma nova assembleia geral com indicativo de greve foi marcada para o dia 9 de março. O presidente do Sindpol, Josimar Melo, destacou o andamento das negociações junto ao Governo do Estado. Ele informou sobre o que foi discutida na reunião com a assessora da Secretaria de Gestão Pública Adriana Toledo, na manhã desta quinta-feira (16). De acordo com ele, ficou agendado um encontro com o secretário Alexandre Lajes para o dia 23 de fevereiro; na ocasião, o sindicato terá o posicionamento do governo sobre o piso salarial da categoria e a revogação das punições referente à última greve, conforme acordo com o governo no ano passado.

Josimar Melo informou que o Delegado Geral, José Edson, disse ao sindicato que o documento, assinado pelo secretário Alexandre Lajes, tratando do fim das punições aos grevistas, não tinha nenhum valor legal. Com a reunião agendada, o secretário deverá solicitar ao Delegado Geral que cumpra a decisão do Governo.

O sindicalista também disse que a Segesp entregará a proposta do governo sobre o Plano de Cargos, Carreira e Subsídios (PCCS) no dia 7 de março.

Outro ponto que está preocupando os policiais civis e o sindicato é a aposentadoria especial da categoria. Um parecer da Procuradoria Geral do Estado desconhece a garantia da integralidade salarial da Lei Complementar 28/2010 da aposentadoria especial da categoria. Os policiais civis, que estão requerendo o pedido da aposentadoria, estão passando pela coação de ter que assinar um documento, dizendo que eles não têm direito à integralidade e à paridade salarial. O delegado sindical do Sindpol Carlos Jorge e o advogado do sindicato se reuniram com o procurador-geral do Estado, Arnaldo Paiva, na tarde desta quinta-feira (16), para resolver o problema.

A categoria também deliberou realizar ato público, no dia 27 de fevereiro, em frente à Segesp para cobrar a revogação das portarias que punem grevistas, o piso salarial e a aposentadoria especial.

O 2º vice-presidente do Sindpol, Carlos José, comunicou que na reunião das entidades das policiais civis, em Brasília, ficou deliberada a realização de assembleias gerais, no dia 16 de março, em todos os estados com indicativo de greve para a segunda quinzena de abril pela aprovação da proposta de emenda constitucional do Piso Nacional (PECs 300/2008 e 446/2009) das polícias.

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7 comentários

  • O sociolo

    Há 3 meses

    O sindicato esta agindo com coerência agora vamos ver o governo, se vai agir da mesma forma. PEC 446 JÁ.

  • PC NA FOLIA

    Há 3 meses

    Mas quanto babão, até tu cidadão!!!

  • PC NA FOLIA

    Há 3 meses

    Eita Celso, vai ser babão assim...

  • Cidadão

    Há 3 meses

    Se vocês realmente investigassem não teríamos tanta impunidade no Estado. Na verdade vocês ganham muito bem pro que fazem. Mostrem serviço primeiro!

  • Antonio

    Há 3 meses

    São gatos Pigados que Vem a anos nó Minimo Gritando os desmandos do Governo, Enquanto outros só observam e tiram proveitos dos resultados. A Pior Covardia é o anonimato.

  • Observador

    Há 3 meses

    Quantos gatos pingados havia nessa assembleia, ohh categoria fraca !!!

  • celso

    Há 3 meses

    Veja que no primeiro ano do Governo Téo,essas negociações era quase impossível, porque LESSA tinha deixado Alagoas quase falida, mas agora com as Indústrias e Grandes Estabelecimentos Comerciais chegando as finanças do Estado começa a melhorar.Quém ganha com isso são os Servidores e todos Alagoanos.

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