por Roberto Vilanova
Brasília – Na véspera do Natal, a sociedade brasileira vai receber do Senado um presente de Natal inesquecível.
O que é, o que é?
Trata-se da proposta do senador Demóstenes Torres (DEM), que torna o Conselho Nacional de Justiça, o salutar CNJ, “imexível”, “irrevogável” e “inatingível”.
A proposta está na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para ser votada nesta quarta-feira, 21, e, pela unanimidade obtida em plenário, será aprovada sem dúvida.
A senadora Ana Amélia (RS) puxou o discurso e os senadores presentes à sessão a apartearam para se solidarizar e criticar a decisão do ministro Marco Aurélio Melo, que concedeu liminar contra a atuação do CNJ.
- “Até agora, o CNJ já puniu 49 juízes por vários delitos, a maioria deles por venda de sentenças, e estava analisando outros 65 juízes, que, infelizmente, foram beneficiados por essa liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio às vésperas do recesso do Judiciário”, desabafou a senadora Ana Amélia.
O senador Pedro Taques (MS), no aparte, disse que somente no Mato Grosso do Sul foram afastados 10 juízes. Taques criticou o Supremo "por estar fazendo a Constituição", quando o seu papel é apenas o de interpretá-la.
- “O Conselho Nacional de Justiça tem uma importância fundamental e é uma exigência da sociedade, que deseja uma Justiça transparente e ética” – completou.
Presidindo a sessão desta terça-feira, a senadora Marta Suplicy disse que o Senado, igual a sociedade, “ficou atônito” com a decisão do ministro Marco Aurélio Melo.
-“Ficamos tão atônitos que, pela primeira vez, eu vejo uma sessão onde não há divergência entre os senadores” – concluiu a senadora petista.
O presidente do STF, de acordo com a imprensa, na época que era desembargado do Estado de São Paulo recebeu mais de 800 mil reais, suopostamente de forma indevida. O que ele fez? Concedeu liminar proibindo a investigação sobre provável enrriquecimento indevido de juizes. E não foi em causa própria
... a todo custo as BENESSES e a CONIVÊNCIA do poder executivo às suas SAFADEZAS (roubo a banco; queima de arquivo; crime de mando e outros tantos).
... das práticas CORRIQUEIRAS das SAFADEZAS e dos MAUS VÍCIOS nas gestões dos governos passados. A população e principalmente os incautos devem ficar atentos, pois o que estamos vivenciando hoje é uma ORQUESTRAÇÃO de pessoas do MAL, instaladas nos três poderes, para resgatar, a todo as benesses ...
Os senadores estão corretíssimos, os magistrados em geral são funcionários públicos e, como tal, estão sujeitos as leis e quem cria, avalia e aprova leis é o Congresso Nacional. Alguns juízes querem poderes ilimitados, se comportam como o "saudoso" Kim Jong Il.
Vlaeu bob, pela noticia, agora faz um favor
TIRA ESSSSAAAAAAAAAA FOTOOOOOOOO TA HORRIVEL ,, PARECENDO UM BEBUMMMMM
O congresso, bem que poderia inevstigar esse ministro, marcos mello e ve se as atitudes que ele ja tomou tem fundamento. querrer, que os colegas deles sejam impunes,estar dando motivos e insentivando o vandalismo em nosso pais. esses mal carater estao querendo bagunçar com a democracia do nosso pais
Os probos não temerão , os demais pensarão dez vezes antes de cometerem irregularidades
ALELUIA! ALELUIA! NEM TUDO TA PERDIDO. ALGUEM TINHA QUE FAZER ALGO POR NÓS POBRES MORTAIS.
Bravo. Quando vemos atitude e proposta como do Senador Demostenes passamos a exergar uma luz,surge a esperança que esse país tem jeito basta querer. Será um presentão para os Brasileiros com certeza.
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.