por Roberto Vilanova
Brasília - Mesmo se eu não tivesse lido e acompanhado a discussão sobre o novo Código Florestal Brasileiro; mesmo se o relatório do deputado federal – e hoje ministro do Esporte – Aldo Rebelo (PC do B-SP) não fosse impecável e uma peça patriótica e honesta, bastaria o fato de os Estados Unidos, a Europa, o Greenpeace, os ambientalistas brasileiros e o ex-índio Raoni serem contrários para que eu fosse favorável.
É uma questão de analogia.
Esta semana, um grupo de “inocentes úteis” que também são estudantes veio protestar no Senado contra o Código Florestal – que não agrada aos picaretas ecológicos nacionais e internacionais.
Já disse e repito que, para mim, a priori, toda ambientalista é punguista. E não conheço um só, no país inteiro, que mereça respeito, embora deva existir as exceções.
Pois bem; o brasileiro que reage contra o novo Código Florestal age pelos seguintes motivos:
1) São inocentes úteis iguais aos estudantes que protestaram esta semana no Senado.
2) São traidores da pátria, igual ao ex-índio Raoni, hoje um “peregrino” internacional que ajuda a macular com mentiras a imagem do Brasil lá fora. Está milionário com isso e não quer mais apito; Raoni agora quer dólares.
Aliás, aproveitando a oportunidade de o ex-índio Raoni ser hoje “garoto propaganda” dos Estados Unidos e da quadrilha internacional de falsos ecologistas, é bom lembrar – e alguém deve dizer isso ao ex-índio Raoni – que os Estados Unidos têm a “solução” infalível para resolver o problema do índio.
Que tal a 7ª Companhia comandada pelo general Custer? Como no Brasil não existe nenhum líder indígena da envergadura moral e da coragem do “Touro Sentado”, o general Custer desencarnado no Brasil faria a festa com a sua 7ª Companhia.
Em tempo: o governo dos Estados Unidos criou a 7ª Companhia no Exército só, e somente só, para matar índios que reagiam às ações dos brancos. É por isso que, até hoje, os índios norte-americanos vivem todos “pianinho” e segregados em suas exíguas reservas.
Viva pois, o novo Código Florestal e viva o trabalho do deputado federal Aldo Rebelo como relator.
O resto é empulhação dos “quinta-colunas”.
Bob esse é um dos textos mais brilhantes que eu já li sobre o ambientalistas de araque. Parabéns mais uma vez.
Bob, quando tu não estás biritado ou de ressaca, acertas na mosca! Parabéns! Concordo em Gênero, número e grau!
comentário, feito por um jornalista, tão equilibrado. Esses indios bandidos e esses ecologistas de meia pataca, não valem nada, defendem o interesse de terceiros. Pergunto, Por que os USA e a Europa nunca replantaram as suas florestas?
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.