por Roberto Vilanova
Brasília – Não há como fugir da assertiva: quando alguém tenta se defender desmerecendo o denunciante é porque tem culpa no cartório.
No caso do ministro do Esporte, Orlando Silva, isto ficou caracterizado na tentativa vã dele de desqualificar o militante desgarrado João Dias.
Hoje desafeto, o João Dias ontem era um quadro operante; e de tão operante teve direito a fundar e lucrar com duas ONGs instaladas no “sugadouro” do Ministério.
O que aconteceu para João Dias se rebelar? Eis a questão.
Ainda que não se saiba o motivo da revolta do militante – e militar – o que se deduz é o seguinte: João Dias exigia uma blindagem para evitar a devolução de R$ 4 milhões, que ele recebeu para as suas ONGs, e não obteve. Revoltado, ele decidiu não cair sozinho e detonou o esquema. Ou seja: cuspiu no prato que comeu.
Não dá mais para sustentar o ministro Orlando Silva no cargo, mas o estranho é que a FIFA já anunciou a sua demissão; um diretor da FIFA anunciou que Orlando Silva não é mais ministro do Esporte. A FIFA anunciou a demissão do ministro antes do governo.
Em tempo: mas o Ministério do Esporte continuará na cota do PC do B.
CAVALOS MARINHOS
Que no Tribunal de Contas do Estado tem algo errado e não é de agora, todos sabem. Nada que se possa descobrir e divulgar acerca do TC alagoano surpreende; o que surpreende é exatamente quando o TC age corretamente e com lisura.
Mas, não dá para entender como o diretor Financeiro Dêvis Portela de Melo Filho fazia toda aquela trambicada na contabilidade do TC sem o “aval” do chefe-maior. Dêvis de Melo pode até assumir sozinho a bronca, mas ele não está só.
E por que não aparece o chefe-mor da quadrilha? Dizem que é para o processo não ir parar no Supremo Tribunal Federal.
Ah, bom.
Quer dizer então que ficará restrito ao Dêvis de Melo – que foi dar com os burros, digo, cavalos, n’ água?
Quem o amigo internauta acha que está realmente por trás da trambicada toda? Quem é o chefe-maior ou o “dom Ratão” dessa verdadeira fábula dos cavalos de raça?
O sogro!
O sogro!
BOM, EXPLIQUE-ME UMA COISA: PORQUE HÁ 11 ANOS AS CONTAS DO MUNICÍPIO DE ATALAIA NÃO SÃO NEM APRECIADAS (2001/2004 - ZÉ DO PEDINHO. E 2005/20010 - CHICO VIGÁRIO) MISTÉRIO... O DINHEIRO ESTA CORRENDO SOLTO PROS MENININHOS DO TC ENGAVETAREM.
Eita fazendinha p ter praga meu Deus.
Um dia desses estava empestada de taturanas e agora é carrapato.
Dr Isnaldo mande uma rezadeira p esse lugar homiiii
Entenda essa, vá!P'ra esses bandidos do TV ,100 milhões de reais o Estado repassou e nós fomos roubados. Para os miseráveis que perderam tudo na cheia o Estado não pode pagar 150 milhões para a Caixa. Ah país de bandidos. Ou estou errado? E esse TC que moral tem pra fiscalizar prefeituras? Tem?
Porque grifar o nome do Devis Filho e depois colocar Devis de Melo, sabendo que o pai tem o mesmo nome e que se trata de um homem de bem. Cade o bom jornalismo.
Carrapato qd aparece em algum lugar vem como praga.Como é q só prenderam três carrapatos só? Tem q aparecer o maior deles aquele carrapatão q ensinou os carrapatinhos a chupar o sangue dos cavalinhos.
Se não dedetizar eles aparecem novamente, tem q pegar o carrapatão sogro eo filho taturana.
Vai ai umas dicas:
Ele nunca trabalhou mas possui uma fortuna invejável;
Seu filho também nunca trabalhou mas já é milionário;
Chuta p gol e defende ao mesmo tempo;
Um dos homens mais bem sucedidos em investimentos(Cadernos, cavalos, rádios,Tv...)
Já foi prefeito e deputado;
É Primeiro Damo quem
Caro Bob esses famosos cavalinhos de ouro vem sustentando o luxo da família Taturana desde a outra operação da PF.
Agora só trocou de dono fictício, mas a função ainda é a mesma de lavanderia.
E agora taturana pai, como o sr vai arrumar dinheiro p campanha do ano q vem heim?
Doutor solte os cavalos
Bob, quanto mais a podridão vem a tona, em todas as esferas, mas prospera a impunidade, pois pior do que taturanas, gabirus, navalhados e ministro que compra tapioca com cartão corporativo, é o judiciário que permanece inerte.
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.