por Emanuelle Oliveira
O forró, ritmo nordestino tradicional das festas juninas, ganhou uma conotação pejorativa em músicas cantadas por diversos artistas. Letras como beber, cair e levantar ou aquelas que estimulam traições, a exemplo de “eu vou morar na casa das primas” e que denigrem as mulheres, caíram no gosto do povo em um estilo que ficou conhecido como forró eletrônico.
Nesta época, muitos prefeitos promovem festas e convidam bandas de expressão nacional, que têm músicas de duplo sentido, mas esquecem dos tradicionais forrozeiros. No entanto, há quem acredite que a cultura popular nordestina não perdeu suas origens e continua representada no forró cantado por Alcymar Monteiro, Jorge de Altinho e Dominguinhos.
“Existem dois tipos de música: A boa e a ruim. Embora a arte seja subjetiva, assim como a questão de gosto, não adianta questionar isso. Certos tipos de forró não entrariam como produção musical e não fazem parte de um elemento cultural. Trata-se de uma produção qualquer, descartável”, afirmou o jornalista, cantor e compositor alagoano, Máclem que trilha uma carreia internacional.
Ainda segundo ele, muitas letras de músicas têm um lado tendencioso e apelo comercial. “Isso independe de percepção. Muita gente acha que o brega só é ouvido por quem é de classe baixa, mas vejo pessoas que têm acesso á cultura e passaram por faculdades escutar coisa pior. Isso pode ser notado até nos toques de celular”, destacou Máclem, lembrando que artistas que têm esse estilo saem rápido do cenário musical.
“No Ceará, onde a maioria dessas bandas de forró começou, alguns cantores eram proibidos de ter a foto no CD, por serem considerados descartáveis, imagine o produto final. Há uma diferença entre a música cantada pelo Alcimar Monteiro, Eliezer Setton e Dominguinhos, por exemplo. Eles criam a partir da cultura que têm e até vão contra o mercado”, ressaltou o músico.
O Brasil é uma esculhambação,os nossos politicos gostam disso pois é graças a eles que o país está desse geito, se existisse lei para fazer uma filtragem contra letras pornograficas e que contenha palavrões a imprenssa seria a primeira a falar que era censura ou seja para o povo burro é melhor assim
É TA CERTO, ESCUTA QUEM QUER, MAIS E AQUELES AMUNDIÇADOS QUE ABREM A MALA DE SEU CARRO E COLOCA ESSAS PORNOGRAFIAS PARA TODO MUNDO ESCUTAR, SERÁ QUE EU VOU TER QUE SAIR DE ONDE ESTOU OU DEIXAR DE TÁ DESCANSANDO POR CONTA DE MALOKEIROS QUE TEM MAL GOSTO, E OS MOTORISTAS DE ÔNIBUS QUE COLOCAM NOS ÔNIB
Rapaiz é sexo explicito mesmo, esse tal de Forró do muido, Aviões, Saia Rodada, Forró dos Plays, só falam em pornografia, chega deixa agente stressado, e cadê nossos direitos, pois não se ver as autoridades fiscalizar, pois isso é atentado violênto ao pudor.
Pessoal a Globo é a culpada disso tudo, pois é ela que inventa modinha, incentivando as traições a Homossexualidade, pois ontem fiquei constrangido ao ver dois homens se alizando em uma boat na novela da Globo, isso é um absurdo.
Particularmente não gosto das músicas e do estilo, porém, quem faz a cultura é o povo, criou-se o mito de que MPB são apenas aquelas músicas ouvidas peça classe média alta, com artistas vendendo seus discos a preços astronômicos, tá aí a resposta do povão e do jovem da classe média. ISSO SIM é MPB.
Infelismente, o maior culpado dessa falta de cultura são os nossos governantes, que não investem na cultura local, preferem contratar bandas de outras localidades ao contratar as bandas locais, existem forrozeiros muito bons aqui em Alagoas, o que falta mesmo é vergonha na cara desses politicos.
O que falar dessas quadrilhas estilizadas? parece-me mais frevo do que outra coisa.
A pornografia e o insentivo ao sexo estão por toda parte, nas músicas, nas novelas nem se fala, a indicação diz 10 anos e mostram roubos, traições, mortes e por aí vai. E agora com essas leis dos homossexuais aí pronto, querem mostrar a todo custo homem beijando homem, mulher beijando mulher etc...
Pois é carla, só fazem sucesos porque existe pesoas sem cultura, pois sexo e pornografia se faz no motel ou em 4 paredes e não para todo mundo ouvir, isso não é cultura e sim ridicularizar o forró que eles dizem ser forró.
Concordo com o Bruno aí... Poxa a geração de hoje em dia só escuta merda... Só deturpando a geração que aí vive... Depois querem clamar por justiça, moralidade e outras coisas... Me poupe...