Profundamente decepcionado com a política, o médico cardiologista Carlos Cavalcante que ficou na suplência de deputado estadual em 2010, não conseguindo a sua reeleição peloPT do B, decidiu anunciar que "jamais será candidato a nenhum cargo em Alagoas". Ele preferiu se dedicar a sua carreira de medicina e a mesma decisão tomou a sua esposa, que é médica também, que já foi prefeita de Olho D'água Grande.


Carlos antes de ser deputado estadual, foi por duas vezes prefeito de São Brás. Em 2006, quando disputou uma vaga e sendo eleito deputado estadual, tornou-se campeão de voto nas cidades de São Brás, Porto Real do Colégio e Olho D´água Grande. Também, o seu irmão, Adalberto Cavalcante que já foi deputado estadual desistiu da política

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Cavalcante disse a este blog, com exclusividade, "virei apenas eleitor". " A política é muito ingrata", avaliou ele dizendo que sua opção agora é dedicar a medicina onde sinto satisfação salvando a vida dos meus conterraneos.


O terceiro irmão de Carlos Cavalcante, ex-prefeito de Poços das Trincheiras Eraldo ainda pensa na política. Ele deseja entrar na disputa de prefeito de Poços das Trincheiras.
0 médico Carlos Cavalcante disse, que de política só deseja saber dos seus amigos. Ele disse que na política só colecionou decepções.


Para ele, "política é para profissional". Por exemplo, citou o seu colega cardiologista José Wanderley Neto que foi vice governador no primeiro mandato do tucano Teotonio Vilela, que por não ser um profissional de política, terminou ficando fóra da disputa eleitoral de 2010. Entretanto, disse Carlos Cavalcante "o único beneficiado disso do afastamento de Wanderley foi a Medicina, onde ele é uma referência Internacional e respeitada pelo seu trabalho como cardiologista".


Por fim, disse Carlos Cavalcante: " lugar de médico é cuidando de seus pacientes e jamais correndo atrás de eleitores que infelizmente só troca o seu voto por dinheiro." E disse ainda, a compra de voto não é só no interior, essa febre chegou rápidamente em Maceió.

Ele vai pedir desligamento de filiação do PT do B para não ser atentado a retornar a política."Filiação partidária, jamais",concluiu ele.