por Roberto Vilanova
O que Alagoas ganhou trazendo – duas vezes – o traficante de drogas e de armas Fernandinho Beira-Mar para Maceió, quando o resto do País o refugou?
Na época, o então governador Ronaldo Lessa defendeu a vinda de Fernandinho Beira-Mar e garantiu que Alagoas sairia ganhando em recebê-lo.
Mas, ganhando o quê?
Na entrevista ao jornalista Plínio Lins, terça-feira, 14, no “Conversa de Botequim”, o governador Téo Vilela (PSDB) levantou a questão para calar a boca dos que denunciam a violência em Maceió.
- Foi a maior burrice. Não digo que foi malvadeza com o alagoano e especialmente com o maceioense, mas o Lessa (governador) jamais poderia ter aceitado hospedar o Fernandinho Beira-Mar” – disparou Téo.
De fato, como não existe coincidência, porquanto o vazio não existe e nada coincide com nada, depois de Fernandinho Beira-Mar deu-se o caos. Digo: o crack.
Foi o que a sociedade alagoana ganhou com a decisão monocrática do então governador Ronaldo Lessa de hospedar por duas vezes Fernandinho Beira-Mar em Maceió.
Pensando bem, a gente queria o quê? Que Fernandinho Beira-Mar trouxesse a paz? E, pensando bem novamente, quem não pode trazer indústrias traz o crack - ainda que para a desgraça geral das famílias.
A violência em Alagoas de que tanto se fala no palanque eleitoral teve o seu começo na decisão catastrófica de hospedar Fernandinho Beira-Mar. Antes disso, ninguém falava em crack em Alagoas.
É ou não é?
ISSO TB É REFLEXO DA MÁ ADMINISTRAÇÃO DO SR. TÉO BALELA QUE NO ALTO DE SUA INSANIDADE SE DIZ O CANDIDATO DO "BEM", ME POLPE É MUITA HIPOCRISIA. ESPERO QUE DIA 03 DE OUTUBRO AS PESSOAS TEEM MAIS CONSCIENCIA, GENTE NÃO DEIXE ALAGOAS ENTRAR NO BURACO, NA COVA MESMO, PQ NA UTI JÁ ESTAMOS.
Semana passada estive em 3 delegacias.Lá encontrei salas com computadores, impressores a laser, enfim, falei com uma delegada que não conhecia a PC que tava vendo. Fui escrivão de 85 a 88 e as paredes eram chapiscadas não havia máquinas de datilografar, nada. Que mudou, mudou. E as armas italianas
bob não vejo a hora de Ronaldo lessa ser governador pra eu ir pessoamente a sua residencia levar um coxo pra vc . seu babão , vc baba, chupa e senta !!!! na do governador atual .
No combate ao tráfico, além das medidas repressivas ultrapassadas, deve-se valorizar as COMUNIDADES TERAPEUTICAS E AS CASAS DE RECUPERAÇÃO. No governo Téo Vilela foram abertas QUINZE, em parceria com a sociedade civil. No governo dos outros dois: ZERO. Se é que me entendem. Vem, vem, vem...
Bob,
A verdade dói, e esses caras sabem! Téo pegou as delegacias podres, o fardamento da policia esfarrapado, as viaturas sucateadas, o armamento obsoleto e o palacio era um Vila Militar . A tropa, no ultimo ano do governo Lessa, em 2006, fez tres AQUARTELAMENTOS. Hoje a policia tem garbo e postura.
Bob, os traficantes de drogas dos grandes centros urbanos do país não traficam o crack. Porque? Porque o crack faz com quê os seus conssumidores fiquem zumbizando, e isso não é bom para os negócios. Trafico de crack é coisa para traficantezinho rafamé.
O blog do baba, digo, bob, não para de criticar os adversários do teo. Deixa de babar o ovo do governador bob!
Bob, tente ao menos disfarçar que você é inteligente na hora de fazer algum comentário parcial para seu candidato e empregador. O crack é um mau que assola todo o País. Por que você não faz um comentário dizendo que os números da violência, de 2007 para cá, são crescentes? É só pegar os dados do SUS
Bob collor na época Ronalda garganta profunda teve um chilique quando os senadores de Alagoas divulgarão nota repudiando a transferência e o responsabilizando por qualquer crecimento do crime organizado em Alagoas, em função da permanência do traficante no Estado. Você acha que o Osvaldo Correia de Souza (O Coroa ou Barão do Crack, hoje em Catanduva) veio morar na Rua Balbino Lopes, no Vergel do Lago para vender flores. Sempre falo que todos os opositores ao governador Téo o critica pela violência, que nosso estado é o mais violento do Brasil. Sabe-se que 90% dos crimes estão relacionados às drogas, principalmente o devastador crack. Olha o crack não é produzido em Alagoas, e sim em países vizinhos. A seis ou sete anos atrás essa praga não era tão consumida como hoje. Ora se nossas fronteiras estão abertas para o tráfico, nosso governador é o culpado? Se existe um culpado pela devastação do crack, não só em Alagoas, mas em todo Brasil é o bode velho, que da uma esmola de 80 ou 90 reais e o reinão ainda fala que é a maior distribuição de renda. O brasileiro quer trabalho e não esmola. Em 03/10 votem assim: Serra 45, Téo 45, Heloisa Helena 500, Zé Costa 234, Pinto de Luna 1300, Thaise Guedes 20.000. Thaise a pequena grande mulher. Thaise exemplo de amor a vida.
E pensar que que ainda há quem defenda atitudes nefastas e insanas como esta! É possível imaginar que estes são ligados comércio do tal produto. Certamente. Mas é bom saber que o Governador de Alagoas tem a noção exata das coisas, é inteligente, eficiente, dinâmico e decente! Parabéns Téo!
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.