por Roberto Vilanova
Tudo começou assim:
O pai de Osama Bin Laden era um magnata árabe multimilionário e George Bush, o pai do ex-presidente George W. Bush, o convidou para sócio nos projetos da família Bush, no Texas, onde exploram petróleo.
O pai de Osama topou e investiu 120 milhões de dólares nos negócios da família Bush – que o convidou para visitar os projetos e o pai de Osama aceitou.
George Bush, o pai, sugeriu ao pai de Osama sobrevoar a área num monomotor – que caiu matando o piloto e o pai de Osama.
Com a morte do velho Bin Laden, o primogênito de 52 irmãos assumiu o lugar do pai. A família Bush pediu mais 120 milhões de dólares em investimento direto e um contrato de exportação de 600 milhões de dólares – e o irmão de Osama aceitou e cumpriu.
A família Bush convidou o irmão de Osama para visitar os projetos e George Bush, o pai, sugeriu ao irmão de Osama sobrevoar a área num monomotor – que caiu matando o piloto e o irmão de Osama.
O 11 de setembro, que marca os Estados Unidos pela tragédia em exibição direta, ao vivo, na televisão deve ser entendido a partir daí - se a tragédia foi mesmo obra do terrorismo oriental; se foi mesmo obra de Osama Bin Laden.
O então presidente Bush recebeu a notícia do atentado às torres do Wall Trade Center durante a visita a uma escola no interior e a reação dele foi de quem já esperava a rebordosa – só não imaginava a extensão do dano, nem a ousadia e a gravidade da ação.
Bush ficou entre paralisado e reflexivo, e isto pode ser comprovado nos flagrantes dos fotógrafos e cinegrafistas. Demorou até para entrar em si e admitir que era o presidente, e que precisa mostrar ao País que estava reagindo.
O dois numerais 1 que formam o 11 de setembro parecem as duas torres que aviões suicidas puseram abaixo. Ou o pai e o irmão que os Bin Laden perderam.
O 11 de setembro pode não ter sido mera casualidade. Níngüem sabe depois da morte do pai e do irmão, como os negócios entre as famílias Bush e Bin Laden foram conduzidos.
Quem sabe?
E os mais de 100.000 (cem mil) civis inocentes mortos no Iraque pelo exército americano? Por mim, a estátua da Liberdade o Empire State e outros símbolos americanos deveriam ser derrubados como foram as estátuas da Saddan e seus palácios.
11 de setembro; data marcante! Um ano de minha filiação ao PT. 1300 Federal Neles!
Bob collor você é professor de Biologia? Bate com luva de pelica na cara do bofe? Ate segunda feira bom guerreiro. Em 03/10 votem assim: Serra 45, Téo 45, Lolo (2 x), Pinto 1300, Thaise Guedes 20000. Thaise a pequena grande mulher. Thaise exemplo de amor a vida.
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.