por Roberto Vilanova
Se dependesse do ex-deputado federal José Thomaz Nonô (DEM) a candidatura do governador Téo Vilela (PSDB) à reeleição já estaria nas ruas.
Aliado de primeira hora dos tucanos, Nonô ainda não definiu se abdica da candidatura a deputado federal para coordenar a campanha presidencial de José Serra no Nordeste, mas se mostra insatisfeito com o comportamento de Téo – que parece alheio à disputa.
- É preciso colocar o bloco na rua e assumir logo a candidatura – recomendou.
O jeito Téo de ser é assim e Nonô se sente incomodado porque precisa de uma definição quanto ao candidato a vice-governador. Seu nome já foi comentado para vice de Téo.
Nonô critica a desorganização e a frieza do governador, que reage diferente do convencional; Téo não disse ainda que é candidato à reeleição, nem autorizou ninguém a dizer.
Para Nonô, não basta o eleitor imaginar que Téo é candidato à reeleição; é importante que ele diga e, mais que isso, já comece a trabalhar as alianças e a formação da chapa.
Nem mesmo o fato de a última pesquisa colocá-lo à frente da disputa, seja contra Ronaldo Lessa ou Fernando Collor, foi suficiente para embalar Téo.
PS - Quero agradecer aos companheiros jornalistas Volnei Malta, Deraldo Francisco, França Moura, Carlos Melo, aos amigos Romero Baía, Paulão, enfim, à toda redação de O Jornal pela acolhida e o apoio que recebemos. Informamos aos amigos internautas que nos honram com a participação em nosso blog, que agora estamos assinando a coluna Contexto em O Jornal e esperamos contar com o apoio, criticas e sugestões de todos.
ô Profeta do Óbvio, nos "pasquins " diários bajulação é de praxe. Nos programas de rádios mais ainda. Se pagar vc é bajulado até a quinta geração. Se não pagar aí vc tá morto. Basta "tentar ouvir" o França Moura em seu pseudo programa. Até politicos indiciados em roubo e em homicidios são ovacionado
Para um jornal, existem : jornaleiro, jornalista e dono de jornal. E é bastante comum no meio de quem é a palavra final no editorial. Lei da mordaça existe externa e interiormente na redação. Caro Bob, estão a te amordaçar! Folgarão a mordaça apenas para que fales o que elea querem. Fica onde estás.
Bob, quando vc quer vc se torna brilhante com as palavras, fazendo-se entender de forma clara e objetiva por todos os leitores independentemente do nível cultural de cada leitor. Agora quando vc cisma de bajular alguem, não tem quem te suporte. O, O JORNAL foi muito feleiz em te contratar.
eta que esse vitor deve ser alguém que nao conseguiu emprego no o jornal por falta de competencia e está se incomodando tanto... vamos la, bob, voce merece essas e outras conquistas. e senhor vitor, va procurar emprego em uma central de boataria.
Parabéns!!! Leio O Jornal todos os dias e vai ser bom ver você diariamente lá também.
ESSE VITOR SÓ PODE SER UMA CRIANÇA DE TRÊS ANOS PARA NÃO SABER QUE QUALQUER EMPRESA JORNALÍSTICA TEM SEU LADO. NÃO É PORQUE O BOB VAI PARA O JORNAL QUE ELE VAI DEIXAR DE SER ELE MESMO.TODOS CONHECEM A SUA PERSONALIDADE E TENHO CERTEZA QUE CHAMARAM O BOB PELA COMPETÊNCIA DELE E NAO PARA "ARRISCAR"
Parabens, Bob. Jornalisticamente vai ser muito bom para você estar circulando em um impresso, fortalecerá seu trabalho da mesma forma que fortalecerá O Jornal com sua presença. O jornalismo impresso, que tanto tem declinado, precisa de pessoas de coragem como você para fazer valer a arte de noticiar
Parabens, Bob. Jornalisticamente vai ser muito bom para você estar circulando em um impresso, fortalecerá seu trabalho da mesma forma que fortalecerá O Jornal com sua presença. O jornalismo impresso, que tanto tem declinado, precisa de pessoas de coragem como você para fazer valer a arte de noticiar
QUE PENA "BOB", QUEM SE VENDE PENSA QUE TODO MUNDO ESTÁ A VENDA.
SIGA EM FRENTE IRMÃO, SEU BLOG É PAULEIRA.
Qual psquisa? Não existe nenhuma pesquisa oficial no TRE sobre as eleições em Alagoas. Eita povinho MENTIROSO.
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.