por Roberto Vilanova
A lei das cotas para negros nas universidades públicas é inócua do ponto de vista jurídico e humilhante do ponto de vista social.
Quem se sentir prejudicado é só ingressar na Justiça, que a sentença favorável é líquida e certa – a lei das cotas para negros é inconstitucional. Fere causas pétreas.
Na condição de negro também sou contra; a lei das cotas discrimina ainda mais o negro e os chamados afrodescendentes – que chegam à universidade sob dúvida: foi por competência ou pelas cotas?
Dir-se-á sempre que foi pelas cotas. É preciso levar em consideração que não é apenas o negro, que está fora da universidade, mas o branco pobre também. Aliás, sempre foi assim; lembremos que o movimento no Quilombo dos Palmares havia também brancos pobres e índios.
No afã de reparar as injustiças que, sem duvida, praticaram contra os negros, os cientistas sociais exageraram e tornaram a emenda pior que o soneto.
Quando o paciente se deparar com um médico negro ficará a dúvida sob a sua capacidade. É isto o que a lei das cotas garante; a prática desmonta o discurso panfletário.
O negro e o branco pobre não chegam à universidade porque são pobres e não porque são negros ou brancos. O Estado que o mantém segregados quer agora remediá-los com cotas – e isto aguçou a discriminação: o branco chega à universidade pela capacidade e o negros pelas cotas.
Sou contra a cota para negros até porque é inócua; quem se sentir prejudicado entra na Justiça e derruba as cotas.
Ou então, a universidade é obrigada a garantir também a cota do branco.
As leis de cotas são para isso, atenuar as diferenças, existem poucos negros em cargos de chefia no Brasil, de cada 6000 doutores menos de 1% e negro. Acho que tem algo errado, e faz muito tempo que esta errado.
Quanto a inferioridade, basta entrar em um banco, uma loja de shopping ou uma repartição publica...quase nunca se vê o negro lá. Bom eu acho meio estranho já que mais de 50% da população e negra
Mais um discursinho de branco!!!!!!
Meu caro amigo, as leis de cotas na verdade vem muito tarde, pois se isso houvesse ocorrido assim que se fez a liberdade do negro, não estaríamos nessa condição desumana que vive o negro neste pais.
Cota é descriminação! O correto é apoiar financeiramente os alunos carentes com uma bolsa que os possibilite estudar.
Mas o PT só quer bolsa-vagabundagem!
As cotas criarão mais problemas sociais. Existem grupos irresponsáveis , que defendem as cotas e alimentam a discriminaçãoo. Não me admira se aparecer em pouco tempo um lider "Negro" para reivindicar a não discriminação , mas chegando sempre com a política. Parabéns Seu Bob !
Parabéns pelo excelente texto. O preconceito tem quer ser exterminado e não reavivado.
Os defensores dessas cotas, que na realidade através desse movimento estão ganhando "algum!", deveriam defender educação de qualidade para os negros, brancos e mestiços, afinal todo brasileiro descendente de várias gerações com certeza possuem sangue negro. Vamos deixar de hipocrisia!!!
Os defensores dessas cotas, que na realidade através desse movimento estão ganhando "algum!", deveriam defender educação de qualidade para os negros, brancos e mestiços, afinal todo brasileiro descendente de várias gerações com certeza possuem sangue negro. Vamos deixar de hipocrisia!!!
Os defensores dessas cotas, que na realidade através desse movimento estão ganhando "algum!", deveriam defender educação de qualidade para os negros, brancos e mestiços, afinal todo brasileiro descendente de várias gerações com certeza possuem sangue negro. Vamos deixar de hipocrisia!!!
Os defensores dessas cotas, que na realidade através desse movimento estão ganhando "algum!", deveriam defender educação de qualidade para os negros, brancos e mestiços, afinal todo brasileiro descendente de várias gerações com certeza possuem sangue negro. Vamos deixar de hipocrisia!!!
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.