ma policlínica em Guarulhos, na Grande São Paulo, foi fechada
pela Vigilância Sanitária, após uma dona de casa de 29 anos
morrer, na tarde de sexta-feira (12), depois de ter feito uma
cirurgia de microlipoaspiração no local.
Segundo a Vigilância Sanitária, a clínica não tem permissão para realizar cirurgias. O alvará que autorizava apenas atendimento clínico no local também não tinha sido renovado. A policlínica foi autuada duas vezes este ano, por ampliar a instalações sem atender as exigências sanitárias.
A defesa dos proprietários da policlínica disse que a família da mulher morta será indenizada se for comprovada a responsabilidade dos profissionais de saúde na morte.
Segundo a Vigilância Sanitária, a clínica não tem permissão para realizar cirurgias. O alvará que autorizava apenas atendimento clínico no local também não tinha sido renovado. A policlínica foi autuada duas vezes este ano, por ampliar a instalações sem atender as exigências sanitárias.
A defesa dos proprietários da policlínica disse que a família da mulher morta será indenizada se for comprovada a responsabilidade dos profissionais de saúde na morte.
Parentes da dona de casa irão entrar com uma ação pedindo o
fechamento da clínica. A informação foi confirmada na manhã da
segunda-feira (15) pela assessoria do vereador Unaldo Santos
(PSB), da Câmara Municipal de Guarulhos. O vereador é primo da
dona de casa.
A polícia informou que, minutos depois de ser
levada para a sala de repouso, após o procedimento cirúrgico, a
mulher apresentou complicações. Ela chegou a retornar à sala de
cirurgia, mas não resistiu. À polícia, os médicos disseram que a
dona de casa sofreu uma parada cardíaca e que não foi possível
reanimá-la, mesmo com várias tentativas.
Na manhã desta segunda, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp-SP) informou que abriu sindicância para investigar a morte da dona de casa. Com a abertura da sindicância, começa uma tramitação que, caso encontre algum indício de erro médico, pode terminar com cinco tipos de penalidades que vão desde uma advertência confidencial até a cassação da licença do médico responsável pelo procedimento cirúrgico.
Na manhã desta segunda, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp-SP) informou que abriu sindicância para investigar a morte da dona de casa. Com a abertura da sindicância, começa uma tramitação que, caso encontre algum indício de erro médico, pode terminar com cinco tipos de penalidades que vão desde uma advertência confidencial até a cassação da licença do médico responsável pelo procedimento cirúrgico.