Nesta quinta-feira (3), Dia Municipal de Combate à Cristofobia, o vereador Leonardo Dias (PL) se pronunciou sobre a necessidade de avanços no combate à impunidade de quem ataca símbolos e grupos cristãos em Maceió e no mundo.
Durante seu pronunciamento na Sessão Ordinária de hoje, Dias ressaltou dados sobre intolerância religiosa divulgados pelo portal cristão ACI Digital na terça-feira (1º).
Segundo um levantamento publicado pelo Observatório sobre Intolerância e Discriminação contra Cristãos, foram registrados 2.444 crimes de ódio anticristão em 35 países diferentes na Europa.
“Isso tem sido uma tendência global. O relatório sobre liberdade religiosa publicado em 2023 aponta um aumento considerável de ataques, que se concentram, principalmente, contra fiéis de comunidades religiosas católicas e evangélicas. Esses ataques são geralmente cometidos por grupos pró-aborto e pró-feminismo, que promovem a ideologia de gênero”, destacou o vereador durante o pronunciamento.
Em relação ao Brasil, o levantamento indica um preocupante crescimento de ataques a pessoas religiosas, além de episódios de profanações e vilipêndios a símbolos e objetos sacros.
“Nos últimos anos, infelizmente, temos presenciado esse aumento também aqui em Maceió. São vários casos de intolerância religiosa contra cristãos, com destruição de imagens, vandalismo, vilipêndios e manifestações de ataques à nossa fé”, prosseguiu Leonardo.
“Neste Dia Municipal de Combate à Cristofobia, fazemos votos para que essas pessoas sejam identificadas e punidas”, complementou.
Além da lei que inseriu a data no calendário oficial municipal, Leonardo Dias é autor do Projeto de Lei que visa proibir o uso depreciativo de símbolos cristãos em eventos e manifestações no município de Maceió.
De acordo com a proposta, qualquer pessoa flagrada em atos considerados desrespeitosos ou blasfemos em relação a símbolos religiosos cristãos será penalizada com uma multa mínima de R$ 5 mil. Além disso, os organizadores de eventos públicos que descumprirem a norma estarão sujeitos a sanções administrativas, incluindo uma multa de R$ 5 mil por cada símbolo utilizado no evento.