Seria parte do pacote de GG para o seu sucessor, CG, ou Carlos Gonçalves, nome de que ele adotou, mesmo sem ser parente direto do ex-prefeito.

A princípio parecia ser apenas mais uma fofoca tendo como protagonista o enrolado – para dizer o mínimo – Gilbert Gonçalves.

Se a carta já existia, se estava assinada pelo atual prefeito, se GG a guardava como precaução, se já era então uma falsificação – tudo isso precisa ser apurado.

E não tem jeito: a questão saiu da seara política para se tornar um caso de polícia.

E aí só a PF para atestar a veracidade ou não do tal documento encaminhado à Câmara de Vereadores de Rio Largo.

Detalhe: ainda que a tal assinatura seja autêntica, seria o caso de saber em que circunstâncias ela ganhou “vida”.

E é de vida, mesmo, que estamos falando.

Em tempo

Já há quem diga que só MV I (e único) pode resolver a pendenga.