Há mais do que a direção do PT em jogo nas eleições internas do maior e mais importante partido de esquerda no país e em Alagoas.

É bem verdade que, localmente, o partido perdeu tamanho e importância, pressionado pelas circunstâncias políticas locais.

Houve e há condições objetivas levando a esse cenário, mas houve e há também o uso do cachimbo.  

Com muita dificuldade, o PT conseguiu eleger um deputado estadual e um deputado federal, em 2022, tendo que se aliar a personagens com perfil bolsonarista clássico (de defesa das armas, por exemplo).

Agora, na eleição para a nova direção da legenda, está em jogo não apenas o poder local entre os petistas, mas também a indicação de quem vai ficar no governo do Estado.