O dinheirinho inicial parecia bom para as prefeituras e melhor ainda para o governo do Estado.
Só que acabou, e o acertado com as empresas que compraram os serviços de água e esgoto foi “esquecido” – a fiscalização virou coisa para inglês ver.
Os resultados imediatos apareceram: Filho e Dantas foram eleitos, com base na maciça propaganda de “investimentos”.
Como disse – e está no CMCAST – o presidente da AMA Marcelo Beltrão, os avanços, principalmente no saneamento, não vieram: “A gente não vê investimento maciço”.
Os prefeitos vão, finalmente, debater o tema nas próximas semanas.
O que deveria ter acontecido quando do carnaval da privatização.