Trata-se, na verdade, da federação que está sendo formada com PP (o de Lira) e União Brasil (de Alfredo Gaspar). 

É dada como certa a posição do ex-presidente da Câmara Federal, no comando de 109 parlamentares, a maior bancada do Congresso Nacional.

Uma monumental máquina fisiológica, é verdade, ainda que sejam pouquíssimas as legendas que não devem carregar esse adjetivo.

As federações atuam como se fossem um único partido, dividindo tempos de televisão, fundos partidários e informalmente, o bem bom do poder.

Lira deverá ser o escolhido por saber negociar como poucos lá em Brasília, inclusive quando se deve ignorar a piedade. 

O que ainda falta?

O União Brasil bater o martelo, o que não deve demorar muito.