Essa questão já está respondida de há muito na cartilha “ideológica” dos partidos brasileiros.
Com exceção de algumas pouquíssimas legendas, notoriamente de esquerda, a quase totalidade é fisiológica e oportunista.
Peguemos o MDB, hegemônico por aqui, como exemplo.
Alinhado em parte ao presidente Lula, em Brasília, o partido que já teve Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela (o pai) como referências, governa a maior cidade do Brasil, São Paulo, com um prefeito bolsonarista.
Fique à vontade, pode escolher outro.
A questão é: eles não têm um pingo de respeito por eles próprios.