Trump foi a estrela da ‘festa’ e a ‘autoridade’ mais citada nos discursos panfletários, como salvador da pátria alheia.
Incoerências políticas brotando debaixo de mais de um calor de 30º graus, à sombra.
Uma quentura, da ‘muléstia’, rachando juízos e embaralhando de ideias.
Estamos no domingo, 16 de março de 2025, em Maceió, Alagoas.
Quando o vereador, convidado, erroneamente, anunciado como parlamentar estadual, subiu ao palco do trio elétrico, aproveitou pra fazer gracejos:
- Eita, eu já fui promovido até a deputado ‘municipal’, e em um discurso exaurido de logicidade, bradou aos ventos: -Será que Trump terá que vir a Maceió para arrumar as coisas por aqui (?).
As palavras tropeçando na esdruxulidade da terra plana..
Um discurso tipo:- Ôxe! Oxente!?!
Em torno das 11 horas da manhã, o público bem abaixo do esperado, depois de ouvir mais do mesmo, tipo: 'precisamos fazer com o Brasil, o que Trump faz nos EUA”, já ensaiava seu retorno à casa.
Hoje é domingo, né?
Bem, o negócio ficou bem assim : se não der pra Trump ajudar, melhor mesmo é preparar uma força tarefa com muito ansiolítico, porque dia 25 de março, já bate à porta.
Toc!Toc!
Anistia?!
Ô ficar a pátria livre, ou morrer pelo Brasil- cantavam os patriotas, no encerramento da manifestação.