Postado em 10/04/2012 às 17:10 por Redação em Polícia

Testemunhas de assassinato de jovem são ouvidas em Pilar

Por Redação

Gledson Alex

Arquivo pessoal

Novos depoimentos sobre o assassinato de Gledson Alex Carvalho Cavalcante, 21, acontecem amanhã. O jovem foi morto na cidade de Pilar, no dia 25 de março, pelo policial civil Aloísio Almeida Neto após uma discussão. Nesta quarta-feira (11), dois amigos da vítima serão ouvidos.

De acordo com o chefe de operações da Delegacia de Pilar, Bráulio Miguel, hoje aconteceram três depoimentos, entre eles o do dono do estabelecimento localizado nas imediações de onde o crime ocorreu.

O policial civil que atirou em Gledson se apresentou na sede da PC, no bairro da Jacarecica, em Maceió, na semana após o assassinato. “Como não houve flagrante, ele não foi preso. O depoimento dele será o último”, disse o chefe de operações.

O caso é investigado pelo delegado Josias Lima.

O caso

De acordo com testemunhas, a vítima, estava com um grupo de amigos quando teve início uma discussão motivada por uma "competição" de som de veículos. Pessoas que presenciaram o fato informaram que o policial civil atirou em Gledson e fugiu do local.

“O que temos é que dois grupos estavam na orla com os sons dos carros ligados e aí originou-se uma briga. O Gledson foi conversar com o dono de um carro, do grupo oposto, e o policial fez uma intervenção. Testemunhas contaram que a vítima desacatou o agente e teria o agredido com um tapa, mas veio a turma do ‘deixa disso’ e conseguiu acalmar os ânimos”, relatou Bráulio Miguel.

Quando o policial se preparava para deixar o local em seu veículo, ainda segundo testemunhas, Gledson se posicionou na frente do carro e teve início uma nova discussão. O agente desceu e atirou na vítima, que chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital da cidade.

O policial e a vítima mantinham uma relação de amizade, segundo a Polícia. Gledson era acusado de diversas agressões em Pilar, inclusive teria batido algumas vezes na esposa. O agente da PC é lotado em uma delegacia no Sertão do estado e estava de folga quando o crime aconteceu.
 

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  • Angelo

    Esse mala que morreu era metido a valentão, ele pagava pra brigar adorava bater na esposa grávida, vivia fazendo arruaça nos finais de semana e não tinha que se meter em disputa de som que nem carro ele tinha, vivia se mostrando com os carros de amigos, Neto é um homem de bem, justiça seja feita.

  • PêCê

    AINDA PRECISA DE TESTEMUNHAS? A.B.S.U.R.D.O.

  • Sem Chance!

    Sem querer tomar partido, o PC Aloisio, sempre foi uma pessoa calma e pacífica.