“Não deu pra segurar, explodi. Por 3 vezes pedi. Não consegui”, escreveu. Texto foi publicado pela cantora na manhã desta quarta-feira, 1.
“Não deu pra segurar, explodi. Por 3 vezes pedi. Não consegui. Invasão truculenta, plateia refém do Louco. Meu dragão reagiu. Vomitei fogo”, escreveu Rita Lee, na manhã desta quarta-feira, 1, em sua página no Twitter.
Orientada por sua advogada, a cantora se recusou a falar com a imprensa sobre o assunto. Na segunda-feira, ela chegou a dizer que também se ausentaria por um tempo do microblog.
Momentos após seu show de despedida, na madrugada de domingo, 29, em Sergipe, a cantora Rita Lee foi detida por ter xingado os policiais que faziam a segurança no local de “cachorros” e “filhos da puta”. Ela foi uma das três atrações da noite do sábado, 28, do Festival Verão Sergipe, e cantava na praia Atalaia Nova, no município de Barra dos Coqueiros, próximo à capital Aracaju.
No domingo, 29, o delegado Leogenes Correa, da Delegacia Plantonista de Aracaju, afirmou ao que, em seu depoimento, Rita Lee alegou ter agido por emoção.
“A PM de Aracaju foi truculenta”, diz Roberto de Carvalho sobre episódio que resultou na prisão de Rita Lee
No domingo (29), o músico e companheiro de Rita Lee, Roberto de Carvalho, escreveu em sua página do Facebook sobre o episódio que resultou na prisão da roqueira em Aracaju, Sergipe.
“A PM de Aracaju foi truculenta e entrou em cena num rompante digno dos piores momentos da era da ditadura, empurrando e agredindo o público, por causa de absolutamente nada, reinava a paz e a alegria”
. E emendou: “O que a Rita fez foi reagir em defesa do público, apenas isto. Artista que não defende o seu público não merece ter público nenhum!!!”
Nos comentários deste post, o fã clube de Rita Lee que estava no show, e foi agredido pelos policiais, conta: “Sim, fomos agredidos: Norma Lima, Leandro Vallim, Rodrigo e Fernanda Lee. Não estávamos fumando nada, apenas como sempre, num show de Rita Lee. Truculência e abuso. Rita, nós te amamos”.
acesse>>twitter>>@Bsoutomaior
Bernardino Souto Maior iniciou no jornalismo aos 17 anos, em 1968, na rádio Educadora Palmares fazendo esporte. Passou pelos jornais: Correio de Maceió, Semanário Desafio, Jornal de Alagoas e Tribuna de Alagoas (extintos) e Jornal Gazeta de Alagoas Trabalhou na rádio Difusora. Foi correspondente do Jornal do Brasil, Última Hora do Rio, Jornal do Sport ,Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio e Folha de São Paulo. Revista: Visão, Isto É, Veja e Placar. Assessor de imprensa do governo Lamenha Filho. Por 23 anos gerente de marketing da extinta Ceal.