por Roberto Vilanova
Qualquer que seja o resultado do julgamento sobre o assassinato da deputada federal Cecy Cunha e dos parentes dela, a dúvida vai ficar para sempre.
Fez-se justiça? Eis a questão.
E tudo isso porque o inquérito policial contém “omissões” que comprometem ou, no mínimo, servem para alimentar a dúvida.
Para entornar o caldo da dúvida, uma testemunha-chave de acusação negou ter dado a entrevista que ela deu realmente, e gravada, à Rádio Difusora.
Na época, a testemunha disse que não reconheceu os pistoleiros. Inquirida pelo juiz André Granja, agora no julgamento, a testemunha negou ter concedido a entrevista gravada.
No que se refere ao inquérito, não foi quebrado o sigilo bancário e telefônico da ex-deputada. Assim, ficou impossível saber se é verdade ou não a informação na época de que Cecy teria recebido 2 milhões de reais para desistir da candidatura à reeleição e disputar a eleição como vice-governadora.
E mais: que teria colocado o médico Geraldo Cajueiro, então vice-prefeito de Arapiraca, para guardar a sua vaga na disputa pela reeleição à Câmara Federal.
De fato, no último dia do prazo para troca de candidatura, a irmã de Cecy apareceu no Tribunal Regional Eleitoral com duas procurações: uma, de Geraldo Cajueiro, desistindo da candidatura a deputado federal e outra, de Cecy, assumindo a candidatura à Câmara Federal no lugar de Cajueiro.
Todos esses detalhes, infelizmente, ficaram à margem do inquérito o que contribui para essa dúvida eterna que ficará seja qual for o resultado do julgamento.
O Talvane Albuquerque mandou mesmo matar a deputada Cecy Cunha?
Certamente, não tenho essa dúvida, pelo fato do réu e os demais, não terem se revoltado pela condenação que eles tiveram. Numa entrevista, ao ser decretada à prisão de Talvane, ele havia dito que já espera tal sentença. Ele nem se quer questionou sua inocência.Então, por que eu terei essa dúvida?
Bob, nem o nome da falecida vc sabe. Por nossa senhora, tome vergonha.
Bob, nem o nome da falecida vc sabe. Por nossa senhora, tome vergonha.
Sr. Roberto Vilanova, vc tem realmente noção do q vc escreveu aí? Baseado em q vc se refere q a entrevista foi da irmã de Ceci (com I)? A tal entrevista pode até ter sido dada, mas existe um laudo q atesta q a voz não é da irmã de Ceci.
Como se leva em consideração a palavra de um pistoleiro e de policial corrupto para condenar alguém. Foi colocado a disposição da sociedade toda a verdade e todos se fizeram de mortos. Condenaram INOCENTES e não ficam duvidas, fica a certeza de como diz o filho a Ceci bandido rico não vai preso.
BOB, ACREDITO QUE UM JORNALISTA QUE TEM COMPROMISSO COM A INFORMAÇÃO, ELE TEM QUE TER CONHECIMENTO DO ASSUNTO QUE ELE ABORDA!
O NOME DA DEPUTADA FEDERAL, ERA CECI COM I, NÃO COM Y, COMO VC ESCREVEU!
OUTRA,SE OS JURADOS ENTENDERAM QUE ELES FORAM OS CULPADOS,NÃO SE DISCUTE!
caro Bob gostei da matéri eu tambem tenho lá minhas duvidas que foi o Talvanes Albuquerque quem mamdou matar a doutoraa Ceci, eu tenho a mesma opinião sua agora tem internauta que diz que nunca gostou do seus artigos mais o bom é eles le seus artigo e ese pessoa ai tem que procurar o que fazer
Quem matou a Cecy e seus familiares foram os policiais:
Walter, Robson, Fininho a mando do Talvanes com a tuta do Mano R$ 300.000,00. Bando de trouxas.
atemção!puxa saco,baba ovo,chumbeta de politico,vale a pena matar,roubar,dar surra no povo que pagar o teu salario?o fim e esse, cadeia e pouco,105 anos e pouco eu acho e pouco!e muito dificil,voce ver um prefeito assesorado com homens de bem,agora maloqueiro,pxa sacoe uma festa,acorda politicos mal
Realmente tb tenho uma duvida: Quem é essa Cecy de que vc esta falando em seu texto bagaço? Vc veio de marte e tentou no final do jogo fazer uma piada com a situação. Certeza eu tenho que a CECI CUNHA foi assassinada pelo talvane e seu bando de covardes e o resto é coisa de maconheiro broco e burro
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.