por Roberto Vilanova
Brasília – A minha alucinação é suportar o dia a dia/
E o meu delírio é experiência com coisas reais.
Meu amigo “Tim Maia” não gostava do Belchior, muito menos da letra dessa música. Em tempo: “Tim Maia” era o apelido que colocamos num colega de infância lá no Bom Parto, depois funcionário concursado do Banco do Brasil.
Ele nos criticava porque ouvíamos os Beatles, os Roling Stone, Bob Dylan, Pink Floyd – tínhamos que ouvir, na concepção dele, músicas nacionais, MPB, músicas engajadas, músicas de protesto lá nos idos da década de 1970.
Besteira.
Belchior é mais que músico e poeta; é também profeta. As coisas que o saudoso amigo “Tim Maia” acreditava eram irreais e o nosso delírio, a nossa alucinação eram por coisas reais.
O”Tim Maia” lia “O Capital” e enaltecia as teorias – todas irreais – de Karl Marx. Um dia ele apareceu sustentando a tese do “capital fixo e o capital variável” e foi uma discussão, porque não existe capital fixo.
Todo capital é variável.
Infelizmente o “Tim Maia” não está mais entre nós; ele deu cabo à vida suicidando-se e até hoje nenhum dos seus amigos do Bom Parto, e todos com mais de 50 anos, não entende o motivo.
Mas, já que quis assim, parece-me ter sido melhor do que ter visto o comunismo que ele tanto pregava se desmoronar; do que ver a Cuba se abrir ao capitalismo forçado pela experiência real de que não há capital fixo e que a “mais-valia” é o que vale – o resto é empulhação de intelectual frustrado.
Dizer que a culpa do desmoronamento de Cuba é dos Estados Unidos, com o boicote econômico, só piora a situação.
Quer dizer, então, que o sucesso do comunismo em Cuba dependia do capitalismo dos Estados Unidos?!
Ah! Coitados...
É a mesma coisa que dizer que o sucesso do Candomblé depende das bênçãos do papa...
A rede Globo está exibindo o seriado sobre Cuba, no momento em que o governo cubano demite meio milhão de funcionários públicos – que são obrigados a viver agora como “capitalistas”.
É que não dava mais pra segurar...explode coração!
Belchior foi perseguido pela esquerdinha chinfrim, que alardeou ser ele “alcaguete” denunciando à repressão os comunistas do meio artístico.
Pura sacanagem, só porque o Belchior pensava por si; só porque o Belchior profetizava nas letras de suas músicas contrariando a irrealidade deles.
Não estou interessado em nenhuma teoria/
Em nenhuma fantasia/ Nem no algo mais
Nem em tinta pro meu rosto.../
A minha alucinação é suportar o dia-a-dia/
E o meu delírio é experiência com coisas reais/
O pior é que ainda tem gente que pensa o contrário, mas já entendi; esses não são reais e agem assim apenas porque lhes faltam coragem de preferir ser a metamorfose ambulante, e opta por ter aquela velha opinião formada sobre tudo.
Ah! Ia esquecendo: Fidel Castro proibiu os jovens cubanos de curtirem os Beatles e de viverem intensamente a década de 1960/70. Mas, quedou-se depois e autorizou a construção de uma estátua em Havana para dar nome a uma praça.
Praça John Lennon – o maior músico do século XX.
PS – Meus pêsames à família do jornalista e advogado José Sebastião Bastos, que era meu padrinho de batismo, ele e a irmã dele. Que Deus o conduza à vida eterna, no melhor lugar que possa existir.
Apoia. Canalha é uma pessoa que sabe que Ronaldo Lessa permitiu que seu secretário de educação compra-se livros a 22 reais quando custava 7. Canalha é uma pessoa que apoia Ronaldo Lessa sabendo que o mesmo desviou mais de 200 milhões da merenda escolar. Canalha é uma pessoa que sabendo que Ronaldo
Bob, esta na hora de enterrar definitivamente os moralistas marxistas com textos que mostram como Marx foi racista, preconceituoso, trambiqueiro( vivia dando golpe em Engels), lacônico, obscuro, seus conceitos políticos nunca foram claros, uma hora o estado eh assim, outra o estado eh assado.
O mentecapto do jeca que se acha o novo Engels, mas que nao passa de um jorge qualquer, demonstra toda sua ignorância em repetir clichês de um marxismo pueril de botequim de 19* categoria. Sua idéia de Marx passa por arrumar uma sinecura na corrupção petista, ou defender Stalin na frente de imbecis
Leiloca, gordinha feiosa, vc fala tanto em crack que deve ser chegada a uma latinha. Sua vidinha mediocre de barnabe, que se acha, pq eh uma asalariada limitada e vive contando os dias que faltam para a data base e ter um aumento marginal no seu salariozinho. Vc eh uma @robada sem futuro! Gorda !!
E DEIXE DE DAR TAPINHA NO CRACK E...
\@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/
\@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/
\@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/
FAÇA CONCURSOOO... FAÇA CONCURSOOOO!!!
ÔÊÊÊ... ÔÊÊÊ.... ÔÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!!
ERROU DE NOVO ADRIANINHO!!
SOU FUNCIONÁRIA FEDERAL CONCURSADA!
FUME MAS NÃO TRAFIQUE VIU?
\@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/
\@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/
\@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/ \@/
DÁ-LHE FUMAÇA... DÁ-LHE FUMAÇAAAA!
OÊÊÊ... ÔÊÊÊ... ÔÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ!!!!
Falar de Marx, tem que no mínimo compreender o processo histórico/cultural, que alguns até agora não entenderam que a discussão era o capitalismo selvagem, criando o homem como lobo do próprio homem, que mostraria que as grandes potencias entrariam em declínio, prova disso é avaliar a crise atual.
Fico lamentando ter que ler alguns comentários, não culpo o pseudo jornalista, porque sei que não tem noção do que diz. Mas, do tipo dos comentários do Adriano, que se mostra sem noção do processo histórico cultural, porém deixa claro: defende a imbebibilidade.
Quando me falam de Marx, lembro do Marcelo Malta, do Ricardo Barbosa, do PCdoB, do PT, do Joaquim Brito, kkkkkk. Sao tao marxistas, quanto honestos. Tem os bajuladores tb, Sao os marxistas da mamata, kkkkk. Ah, todo marxista eh o seu pior amigo! Vive te criticando. Kkkkk.
Adriano estou com vc! Os "marxista" sao na realidade, comissionados do gab. de um vereador corrupto, que foi espulso de um partido e de deputados, um corrupto e outro, um medroso pelego que nunca sabe das roubalheiras da assembléia. Tem aqui, um gordo que vive pulando de partido para se locumpletar.
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.