por Roberto Vilanova
Brasília – Todos os assaltos a bancos ocorridos em Alagoas até ontem, hoje, amanhã e depois, são patrocinados para fazer caixa para campanhas eleitorais.
O assalto à agência do banco em Piaçabuçu é para caixa de campanha e o assalto inadmissível à agência do Bradesco em Rio Largo também.
Aliás, o assalto à agência do Bradesco em Rio Largo é igual ao assalto à agência do Banco do Brasil, em maio de 2003, em Palmeira dos Índios, pois só que tem a certeza da conivência ousa desafiar a topografia desfavorável.
Ruas estreitas, rotas de fugas congestionadas e apenas duas saídas. E a polícia no dia do assalto não estava na cidade. Pense!
No assalto à agência do Banco do Brasil em Palmeira dos Índios, em 2003, a autoridade policial maior do Estado foi conivente. Songamonga, ela (autoridade) apareceu na cidade a bordo de um helicóptero com a missão de proteger os assaltantes, pois mesmo avisada de que o bando fugiu na direção de Viçosa optou para se deslocar na direção de Canafístula – que fica do lado oposto.
Também não explicou e se engasgou muito quando lhe perguntaram o motivo da viatura policial que todos os dias - até hoje - que fica estacionada ao lado da agência do BB, no dia do assalto não estava lá.
Coincidência não existe.
Os assaltos agora deve-se ao seguinte: impedidos de assaltarem bancos impunemente depois de 2007, o bando está quebrado. Foram impedidos porque o comando da segurança pública mudou, mas precisam desesperadamente de dinheiro para manter a tropa que lhes protegem e , também, porque precisam manter a tropa adestrada.
É mais difícil descobrir quem descobriu o Brasil – dizem que foi Pedro Álvares Cabral - do que descobrir o bando que assaltou o banco em Piaçabuçu e Rio Largo.
E o assalto à agência em Rio Largo, este, é mais fácil que respirar. É pá e bola; basta só conhecer o Teorema de Pitágoras e traçar os catetos e a hipotenusa, concluindo depois que a soma do quadrado dos cateto é igual à soma do quadrado da hipotenusa.
Ou seja: de Piaçabuçu a Rio Largo e um lero só.
Simples. Mas, cuidado com quem foi designado para apurar os crimes, pois este pode ser do lado de lá.
A não ser que queiram complicar, só porque o enterro está voltando e para o ano tem eleição.
Se voce sabe, por que não revela, não dá nomes aos bois?, acho que voce so sabe fazer espetáculo.
Aqui em Arapiraca tem que ter um prefeito que tenha punho forte e muita garra pra acabar com essa falta de água que é uma vergonha pra uma cidade como Arapiraca,estou muito arrependido de instalar minha empresa aqui.
com dois integrantes do bando presos esta semana,graças ao serviço silencioso e eficaz desenvolvido pela equipe de policiais da Delegacia regional de Arapiraca,equipe esta da qual faço parte,sugiro ao nobre blogueiro procurar uma fonte de informaçao mais competente pra melhor informar seus leitores
Caro Bob,nem todos os casos de assalto a banco tem por finalidade financiamento de campanha,sem dúvida já ouve casos de políticos envolvidos,mas esse de Piaçabuçu nada tem a ver,pois trata de uma gangue perigosa que praticou o mesmo crime também em Sergipe,os mesmos já estão identificados,inclusive
Parabéns pelo comentário Bob, muito perspicaz. Essa safaddeza é uma das muitas que precisa acabar por estas bandas.
Concordo com o texto, é realmente muito estranho estes assaltos; filhos dpt..roubam antes,durante e depois. campanha
O SR ADERIU AO ESTILO DE GOVERNO "MUSEU", ONDE O QUE ACONTECE HOJE NÃO É CULPA DE HOJE E SIM DE ONTEM.
E a TAXA DE RETORNO !!!!
Será... não será... e agora josé...
o bem acabou...
Bob, o que você está fazendo aí em Brasília? Volta pra tua terra que é o melhor que tu faz.
Pensei que os assaltos a bancos tinham acabado, mas agora roubam bancos, correios e casas lotéricas, e ainda querem dizer que esse governo fictício pune quem faz isso. Debochar da inteligência do povo é uma grande falta de respeito. Mas é disso a pior, que 2015 chegue logo.
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.