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Capitão diz que recebeu apoio de associações contra sua demissão

Rocha Lima afirmou ser vítima de perseguição do Comando da PM/AL


Por Redação


De acordo com o capitão Rocha Lima, a Associação dos Oficiais da Polícia Militar de Alagoas (Assomal), Associação dos subtenentes e sargentos militares (Assmal), a Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar (ACS/AL) e ainda, a Associação dos delegados da Polícia Civil (Adepol) se solidarizaram com o oficial, devido a solicitação de demissão, publicada no último dia 28/12, no Boletim Geral Ostensivo.

Segundo o comandante-geral da PM, Dário Cesar “por ser considerado indigno ao oficialato e a ele incompatível, e não possuir condições de permanecer nesta briosa de bravos”, o capitão deveria sair da corporação. A justificativa para o pedido de demissão é que em 18 anos de PM, Rocha Lima já respondeu a 20 procedimentos administrativos, a seu desfavor, sendo entre estes 03 Conselhos de Justificação.


Rocha Lima reafirmou estar sendo vítima de perseguição e calúnia, por parte do comando da PM. Acusado de participação na morte de Baré cola, ele ressaltou que no inquérito policial não existem provas que o incriminem e ainda, que nos casos de assaltos a churrasquinhos, o Centro Integrado de Operações da Defesa Social (Ciods) recebeu trotes, que apontavam o oficial como responsável pelos crimes.


“Essas ligações tiveram o intuito de me desmoralizar e foram feitas por traficantes. Eu jamais me passaria para cometer assaltos em churrasquinhos. Na acusação de formação de quadrilha fui inocentado por 3X0 pelo Conselho de justificação, conforme documento assinado pelo presidente, o tenente-coronel Wilson Silva. Já no caso de um suposto estupro, fui absolvido pela juíza Graça Gurgel, da 2° Vara Criminal da Capital”, explicou.


O capitão lembrou ainda, que atuou no combate à criminalidade e ao tráfico de drogas e foi reconhecido por duas vezes como o oficial mais operante da capital. “Em 2007 recebi destaque operacional do coronel Adilson Bispo e em 2008 do coronel Coutinho, no auditório do Hotel Ponta Verde”, destacou.
 

Segundo o advogado Antônio Pereira Andrade, que faz a defesa de Rocha Lima, por conta da notoriedade do caso, no qual houve acusações de vários crimes sem provas, o Comando da PM será responsabilizado criminalmente se a integridade física do oficial for atingida. "Se eu for assassinado a responsabilidade será de Dário César", afirmou Rocha Lima. 


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