por Roberto Vilanova
Antes, estava tudo como o Diabo gosta no Brasil e em Alagoas. Não havia perspectiva e, em Alagoas, a esperança de emprego se resumia à Fábrica de Picolé Caicó – que, obviamente, não podia absorver a todos.
No Brasil, a opção pela aquisição de bens de capital produzidos fora do País levava à indústria brasileira à falência. O setor mais afetado foi a indústria naval, pois o País não fabricava sequer chalanas.
O Diabo fazia a festa com o desemprego e, em Alagoas, o excessivo número de seqüestros, roubo de carga e assaltos a bancos, especialmente em ano eleitoral, batia todos os recordes nacionais – para o deleite do Diabo, que atentava impunemente; que agia com pleno poder.
Tinha desvio de dinheiro – que o Diabo adorava; teve o contrato para compra de armas italianas – que o Estado pagou adiantado e nunca recebeu a mercadoria, porque o Diabo não deixou.
Tinha o dinheiro dos servidores com empréstimos consignados – que o Diabo descontava do salário, mas não repassava para a instituição financeira. E isso levou milhares de pessoas a terem o nome sujo na praça – para deleite do Diabo, cuja finalidade é transformar a vida de todos num Inferno.
Teve o Fernandinho Beira-Mar e, ato contínuo, o “crack” – que o Diabo gosta.
Enfim, antes o Diabo vivia no “Céu”. Na Polícia Militar subverteram os valores, de modo que sargento enquadrava coronel – em Arapiraca, por exemplo, um tenente tinha mais autoridade que o general.
Hoje, sem chance para “atanazar” e de desviar dinheiro público, o Diabo está irado e prega mudança. Gente! O Diabo quer mudança, porque o Diabo não pode sobreviver num Estado sério, enxuto e com a segunda maior taxa de crescimento de emprego do País.
O Diabo também quer mudança. Você vai ajudar o Diabo a mudar? Sim ou não?
O Bob não comenta mais sobre o VLT agora, como outrora tão intensamente. Simplesmente o mentor da ideia (Biu de Lira), está do lado do Governador Teo Vilela, candidato que o Bob apoia incondicionalmente, portanto quaisquer critíca, não seria cabível neste momento eleitoral. É isso!
Chirle, e melhor ter kra de jaca dq da RÉ... com certeza DÓI menos vc ñ acha? Até a vitoria.kkkkkkkkk
Desespero, Desespero, Desespero. É iso que está acontecendo do outro lado BOB.Eraldo Basílio seu dia está chegando, vai perder o cargo comissionado.O satanás está com vcs.LESSA, LESSA 12 e Pronto.
O desespero está chegando e o seu vc vai ter mais tarde.É só aguardar, seu jornalista do 45.Deseeeeepeeeerooooo!!!!
QUÁ QUARAQUAQUÁ QUEM VIU, QUÁ QUARAQUAQUÁ FUI EU. TÉO ARRASTOU 45 MIL PESSOAS!!! NA ORLA!!!
AZULÔÔÔÔÔÔ, AZULÔÔÔÔÔÔ, AZULÔÔÔÔÔÔ, AZULÔÔÔÔÔÔ!
Em Arapiraca, ao lado de Collor? Perdeu o resto dos votos que tinha!!
Enquanto isso o desespero toma conta do comitê de lessa!
TÉO 45 MIL PESSOAS NA ORLA!
Bob, mais uma vez vc consegue ser brilhante. É incrível como tem gente estúpida q leva um texto tão real e claro como esse para o lado pessoal. À propósito, a foto em que aparecem juntos Joaquim,Lessa Collor, Renan, Paulão e outras mazelas, de tão chocante deveria ter saido com uma tarja.
Como o senhor explica o fato de terem havido mais demissões do que contratações no Estado de Alagoas no corrente ano - 2010?
Onde estou os empregos?
além de papel higienico,absorv.e lexotan,tem cd do leonardo no comite do lessa,aliás,depois de uma garrafa de wisque,ele canta a preferida dele no cd.EU PRECISO É DE UM BEIJO,QUERO COLLOO,QUERO TANTO ESSE TEU CHEIRO,QUERO COLLOOOO,ESSE MES SE TOCOU BASTANTE NAS SURUBAS LÁ.
Tú não tens mesmo pudor. Pago pelo governador preguiçoso todos os dias metes o pau no outro lado. Estou precisando de um fax e sei que tú podes me negociar um - não sou repectador - mas gostaria de comprá-lo.Você, Bob e cesse tal de Basílio são dois boiolas.
Tú não tens mesmo pudor. Pago pelo governador preguiçoso todos os dias metes o pau no outro lado. Estou precisando de um fax e sei que tú podes me negociar um - não sou repectador - mas gostaria de comprá-lo.Você, Bob e cesse tal de Basílio são dois boiolas.
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.