por Roberto Vilanova
Enquanto o candidato a senador, Benedito de Lira (PP), dança no palanque – literalmente – o governador Téo Vilela (PSDB), candidato à reeleição, tira o maior sarro com os adversários no programa eleitoral tucano.
Para ilustrar a denúncia de que, antes do governo dele, nenhuma indústria se instalou em Alagoas, Téo faz a ressalva e entra em cena o picolé Caicó – que é a exceção; a única indústria que se instalou em Alagoas foi mesmo o Picolé Caicó.
Pior que é verdade; o que poderia ser apenas exagero da campanha eleitoral passa a ser a dura realidade vivida pelo Estado onde o projeto de governo parece se confundir com plano de assalto ao erário.
A década de 90 foi perdida; além de não atrair investimentos industriais, Alagoas ainda perdeu a Comesa – que o Grupo Gerdau dividiu em duas para ampliar suas unidades no Ceará e em Pernambuco.
Também perdeu a cervejaria para Sergipe e a fábrica de helicóptero foi quimera de uma noite tenebrosa.
A dança do Biu pode não levá-lo ao Senado, mas, somado à estratégia de Heloísa Helena pregando o segundo voto nela mesa deve mexer muito com os números finais.
Já fizemos aqui a projeção e cabe repetir: imaginemos que Heloísa Helena tenha 200 mil e que a metade dos seus eleitores votou nela duas vezes – e isto daria 100 mil votos, que não iriam para ela, é verdade. Mas, também não iriam para ninguém; seriam 100 mil votos retirados da concorrência.
Captaram a mensagem?
Aí, com a dança do Biu e o picolé do Téo a campanha eleitoral finalmente encontrou o tom. Afinal, o que dá pra chorar também dá pra sorrir.
Literalmente.
Sempre votei em Heloisa. Achava que estava sendo inteligente
Heloisa só se preocupa com asserção
E uma alpinista social sem nenhuma proposta concreta
Sem nenhuma ideologia e completamente desgovernada
Meu voto vai pra dança descontraída do Biu
É um voto de protesto contra a tirana Heloisa Helena.
Bob Tenho andado, e as ruas mostram que realmente Biu fará a diferença nessas eleições, depois da dança passei a acompanhar o programa dele na TV e realmente é muito melhor, tem mais conteúdo e mostra o que realmente foi realizado. Excelente.
Biu vc vai ganha pois vc é diferente XÓ RENÃO E XÓ HELOISA HELENA vai procura o 100 milhões que vc não sabe onde anda
Biu iria perder eleição em 86 para comover sua região inventou que seu carro tinha sido metralhado;em 98 recebeu milhões para vice de Mano mesmo sabendo que seria derrotado;sempre por trás das falcatruas que roubam eleições em Junqueiro fazendo até morto votar;Teotonio,Biu e Tonho Albuquerque XÔ
É verdade que o Téo trouxe empresas. É verdade também que saúde, educação, segurança e assistência social não funcionam neste governo, ou seja, é o governo que privilegia os empresários. Será que existe mão-de-obra capacitada para ocupar os cargos criados? Qual o benefício para o povo então?
BOB Collor se você me permite responder ao senhor Cláudio (se seu nome é esse mesmo) que perguntou essa vem de onde, dando risadas, referindo-se a nossa vereadora THAISE GUEDES. Pode continuar a dar risadas, pois enquanto você rir Thaise trabalha em prol do povo de Maceió. Trabalha para ser eleita Deputada Estadual, como em 2008 foi eleita vereadora de Maceió com 4739 votos com o número 20123. Continue dando risadas.
BOB collor porque quando você se refere aos tempos de Ufal sempre sita apenas homens. Naquela época não tinha nenhuma líder estudantil, ou você pertencia ao clube do bolinha? E as branquelas você não lembra, pois eu lembro.
BOB collor porque quando você se refere aos tempos de Ufal sempre sita apenas homens. Naquela época não tinha nenhuma líder estudantil, ou você pertencia ao clube do bolina? E as branquelas você não lembra, pois eu lembro.
Eu prefereria o Ze Costa como o segundo, mas pra derrubar o ratào calheiros até o Biu serve- O primeiro? Claro, Ela, com um ele apenas.
Vou ajudar o Basilio, que fez o melhor post de hoje.
Na declaração de Imposto de renda do Collor, que está no site do TSE, consta uma gama de imoveis, mas quase todos fora de Maceió. Os veiculos importados, tem todos placas de SP, RJ e Brasilia. As Kombis de som, todas são de fora.
DIZER O QUÊ?
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.