por Roberto Vilanova
O Tribunal de Justiça comprovou que a operação das Letras Financeiras de Alagoas, lançadas no mercado em 1995, foi fraudulenta e a fraude causou prejuízo de R$ 587 milhões ao erário estadual.
Ao assumir o governo do Estado, em 2007, o governador Téo Vilela (PSDB) denunciou o rombo de R$ 480 milhões nas contas públicas.
Somando-se os dois rombos tem-se 1 bilhão de reais de rombo em 12 anos de mandatos de dois governadores, do que se deduz: é rombo demais para um Estado tão pobre.
Pobre? Sei não...
É da natureza jurídica que o Estado jamais vai falir, mas é também da natureza econômica que o Estado tem de arranjar o meio de acertar suas contas.
Em 1994 a dívida externa de Alagoas era de R$ 2,5 bilhões; em 1997, quando assumiu o governo, o Téo encontrou a dívida em R$ 7 bilhões e o Estado estava no Cadin – que o Cadastro de Inadimplente, espécie de Serasa dos Estados.
Por conta de estar no Cadin, Alagoas só tinha direito a receber bom dia, boa tarde e boa noite do governo federal.
O governo Téo Vilela colocou as contas em dia, mesmo sendo obrigado a pagar R$ 40 milhões de juros todos os meses – que é outra herança maldita deixada pelo descalabro.
É preciso dizer, por dever de justiça, que se Alagoas recebeu dinheiro federal é mérito do atual governo – que pagou a conta da irresponsabilidade alheia; que não reteve mais o dinheiro dos municípios, nem o dinheiro do funcionalismo com empréstimos consignados.
Depois de colocar ordem na desordem financeira e fiscal, se o governador Téo Vilela se reeleger vai usufruir do trabalho que produziu; e se não se reeleger vai deixar para o sucessor um Estado que deixou de ser caloteiro, corrupto, irresponsável e perdulário - como nunca se viu!
Tô certo, ou tô errado?
Brilhante comentário Bob, até quando alguns alagoanos desavisados ou mal intencionados, se deixarão levar por falsos profetas. Será que ninguém lembra como foram os governos Collor e Lessa? com certeza os amiguinhos delles lembram e torcem por sua volta. Acorda alagoas chega de estupidez.
É Téo, é 45
Bob, publique agora! Quem vai para o CADIM não é o Estado. Ele vai para o CALC e até pela falta de um formulário! Quem ficou no CADIM foi a Usina Seresta, com o afastamento do velho Teotônio, quando não pagou ao PRODUBAN e o faliu!
Imprensa marron? Viva a Venezuela!!!
Bob o téo é uma falácia e vamos botar ele para fora do governo e vc para fora desse blog. Quem vai governar este estado já estava escrito é Collor 14 e o cacete vai moer.
Bob, deixe de ser tão tendencioso! Libere o último comentário que fiz sobre o CADIM! Poxa vida!!
"TÁ ERRADO" jornalista chapa branca.Já não basta o governador PINÓQUIO ? Eu nunca ví tanta mentira junta.Tudo que joga aqui é para dizer que seu candidato "FICHA SUJA" envolvido na Operação Navalha é um santo.Êle tem é que prestar contas ao povo de 1 milhão de reais de empréstimo e o que fez do $$$$
Justiça seja feita!!!! O Téo não é nenhum Super-Homem mas para um estado com "heróis sem caráter", ele conseguiu voar alto, ultrapassar barreiras e fazer o bem.
Faz uma matéria sobre isso Bob lambe botas. http://videolog.uol.com.br/video.php?id=328796
Nesse período quem era o governador? Vocês lembram o filme Ronalda e os sete gatinhos da cut? Ou Lessa e a garganta profunda do pt? Ou ainda Ronalda Vestida para matar/roubar? Não percam seus votos. Só votem em quem vai ganhar, e a turma que vai ganhar é: Serra 45, Teo 45, Lolo 500 (duas vezes), Pinto 1300 e Thaise Guedes 20000. Serra 45, Teo 45, Lolo 500 (duas vezes), Pinto 1300 e Thaise Guedes 20000. Serra 45, Teo 45, Lolo 500 (duas vezes), Pinto 1300 e Thaise Guedes 20000.
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.