Deputados dizem que medida é o mesmo que fechar o Congresso
por Congresso em Foco
Misture-se num mesmo Congresso um ano eleitoral que promete ser intenso, uma emenda constitucional que, se aprovada, terá altíssimo impacto orçamentário e uma fortíssima e organizada pressão de um segmento da sociedade. O resultado dessa mistura poderá ser uma manobra inédita e inusitada do governo para convencer o Legislativo a abrir mão de uma das suas prerrogativas e passar quase um ano sem analisar propostas de emenda à Constituição.
A organizada pressão dos policiais e bombeiros para aprovar o piso salarial da categoria fez com que a grande maioria dos parlamentares não tenha coragem de se posicionar contra a medida. Por outro lado, o governo federal e os governos estaduais temem as consequências de terem de aumentar, de uma hora para outra, centenas de policiais que hoje ganham em torno de R$ 800 para R$ 3,5 mil, na melhor das hipóteses.
Sem conseguir demover os deputados de votar a favor da PEC, incapazes de parar o lobby das corporações, o líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP) radicalizou: propôs que não se vote mais PEC alguma até depois das eleições de outubro.
Os líderes partidários se reunirão hoje (10) para decidir se acatarão ou não a sugestão de Vaccarezza. Para ele, os parlamentares cedem à pressão dos policiais e dos bombeiros com medo da reação que as corporações possam ter nas eleições.
Em português claro: com medo de perder votos. É por essa razão que ele propôs o congelamento da apreciação das PECs, para que as propostas possam ser analisadas depois sem a contaminação do ambiente eleitoral. “O clima eleitoral não pode ser o motor principal para alterar a Constituição. Não podemos banalizar a discussão das PECs. Quanto menos constitucionalizarmos temas, melhor para o arcabouço jurídico”, defende Vaccarezza.
Embora existam outras PECs importantes em tramitação, a intenção da manobra governista é mesmo barrar a votação da PEC 300, que já foi aprovada em primeiro turno, ressalvados os destaques. A proposta estabelece o piso nacional para policiais e bombeiros e não tem o apoio do governo, porque fixa um valor salarial para o piso na Constituição, o que irá onerar os cofres públicos de imediato após a aprovação da PEC.
“A coisa da forma como estava acontecendo na Câmara, estava tendo um certo exagero. Se as pessoas não conseguiam determinadas conquistas para uma categoria, procuravam uma forma de fazer um contorno na lei apresentando uma PEC. A última que nós tivemos é uma que coloca na Constituição o valor de um piso para uma categoria. Isso não pode estar na Constituição”, diz Vaccarezza.
Inaceitável
Apenas três partidos – Psol, PDT e PPS – se posicionaram contra a paralisação das PECs no Congresso. O líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC), é enfático: “Nós não concordamos. O Parlamento não pode fechar uma sala com 10 ou 15 pessoas e decidir que não vota mais nada antes das eleições, só porque é ano eleitoral. Não se pode fechar o Congresso por acordo”.
A possibilidade de suspender a votação das PECs causou protestos entre parlamentares. “O governo petista não está suportando o peso da democracia. Essa decisão não é de hoje, já foi tomada desde a semana passada. O Brasil não está em uma situação de guerra para que as PECs não sejam votadas”, disse o deputado Major Fábio (DEM-PB).
Para o deputado Paes de Lira (PTC-SP), a tentativa de suspender a votação das PECs tem “o propósito único e exclusivo de demolir, torpedear e inviabilizar a PEC 300, que foi aprovada em primeiro turno com 393 votos, contra apenas duas abstenções”. “Isso é inaceitável, é antijurídico, antirregimental e até inconstitucional. E vamos utilizar todos os recursos para forçar a votação da proposta em segundo turno”, disse Paes de Lira, que é coronel da Polícia Militar.
Conveniências
Para o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), a paralisação das PECs significa literalmente o fechamento do Congresso. “Quando se verifica que o resultado não é satisfatório para alguns, aí para a votação? Isso não é democracia. Isso é um acordo de grupos de poder. É uma estranha cabeça política que se organizou no Brasil. Quando não é satisfatório o resultado, se interrompe a votação. Que democracia é essa?”, questionou o parlamentar fluminense.
Segundo Miro, os parlamentares favoráveis à matéria vão obstruir as votações caso a proposta do governo seja aprovada. “Isso é de uma gravidade ímpar. A Constituição determina como funciona o Parlamento. Ninguém pode dizer que essa matéria não pode ser votada e aquela pode. Eu estou pasmo.”
O pedetista ressalta que não há sustentação no argumento de que a pressão de policiais e bombeiros pela votação da matéria estaria incomodando os parlamentares. “O povo é bem-vindo e tem que vim fazer pressão sim. E se essa pressão contrariar os meus princípios, eu voto contrário. Isso aqui não pode virar uma Casa de conveniências.”
O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), afirma que a pressão em torno da votação das PECs no Congresso “está fora de controle”. O peemedebista diz que é favorável a suspender a votação de propostas de emenda à Constituição e que é necessário “encontrar uma forma de controle efetivo”.
CAROS AMIGOS POLICIAIS,COMO TODOS SABEM A C.F./88 SUPRIMIU DE NÓS A POSSIBILIDADE DE GREVE OS MANIFESTAÇÕES, SOB PENA DE SERMOS ATÉ PRESOS POR MOTIM!ENTRETANTO,ESTAMOS PRESENTES EM TODOS OS CANTOS DO BRASIL ONDE SE ENCONTRE UM CIDADÃO! NOSSA CLASSE É FORTE,NOSSA FORÇA É NO VOTO.VOTE CONSCIENTE
SE FOSSE PARA VOTAREM UM AUMENTO OU UM AUXÍLIO DIFERENCIADO PARA ELES ERA EM 30 MINUTOS.
MAS PARA VALORIZAR UM CLASSE QUE DEIXA SUA FAMÍLA EM CASA PARA CUIDAR DA SEGURANÇA DAS DEMAIS, ELES NÃO ENXERGAM.
PARALIZAÇÃO GERAL, JÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
AMIGOS POLICIAIS CHEGOU A HORA DE MOSTRAR-MOS A NOSSA FORÇA,A NOSSA UNIÃO POLITICOS COMO O DEPUTADO VACAREZA E O PRESIDENTE LULA SÓ IRÃO SABER QUE POLICIA EXISTE APÓS UMA GREVE GERAL VAMOS PARAR EM TODO BRASIL,PELOS NOSSOS FILHOS,PELAS NOSSAS FAMILIAS,PELAS NOSSAS VIDAS,O MOMENTO É ESSE.
PT NUNCA MAIS NA MINHA VIDA!!!!!E TEM MAIS.....PARA CADA POLICIAL PODE DIMINUIR NO MINIMO TRES VOTOS!O DA MÃE,E O DA ESPOSA,SEM FALAR QEU O PM OU BM,PODE TER IRMÃOS E FILHOS EM IDADE ELEITORAL....O PT NÃO PERDE POR ESPERAR...SÓ NA MINHA FAMILIA SÃO MAIS DE 40 VOTOS....HHEHEHE!!!!!!!
pms de todo brasil,sejam no minimo inteligentes,
coloquem no poder,somente policiais,onestos,que lutem
pela classe,vamos sem ciúmes colocar um presidente governador e muitos deputados fed.est.,vamos criar carater
e lutar pela classe,pt nunca mais.
Por que não se cria também uma PEC da Educação? é bom lembra que nós professores, curso superior, ganhamos uma miséria.Nós professores do estado, estamos 4 anos sem aumento.
O PT, É IGUAL AO PSDB E AO DEMOCRATAS.A APROVAÇÃO DA PEC É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA,P/A SEGURANÇA PÚBLICA EM TODO O BRASIL,MAS,PRINCIPALMENTE P/AL,RJ,PE,SP,MG E BA.O CRIME ORG.É QUEM MANDA NESTES ESTADOS E SÃO ACOBERTADOS POR POLÍTICOS,DO PT,PSDB,PMDB ETC.VAMOS ELEGER PINTO E HELOÍSA,OS CAND PPS!
PESSOAS CUIDADO! ESSA ATITUDE VISA JUSTAMENTE AS ELEIÇÕES. TRATA-SE DE MAIS UMA MANOBRA PARA QUE NOVAMENTE COLOQUEMOS PESSOAS COMO RENAN CALHEIROS E OUTROS QUE SE DIZEM A FAVOR DAS PEC'S. ISSO É MAIS UMA FORMA DE TENTAR MANOBRAR A MASSA, DESISTIR JAMAIS, MAS SE O BARCO AFUNDAR Q OS LEVE PRIMEIRO!
O governo não quer assumir esse ônus (segurança da população), mas querendo ser bonzinho para os outros enviou dez milhoes de dólares para o Haiti. Ah e Ti? como fica?
O POLICIAL MILITAR ELE NÃO PODE TRABALHAR EM OUTRA ATIVIDADE E SIM SÓ NA DELE. SE UM FILHO FICAR DOENTE MORRE, UMA ESCOLA DIGNA PARA SEUS FILHOS NÃO EXISTE. O POLICIAL TENHE QUE SER BANDIDO ME.SMO E USAR AS PRERROGATIVAS PARA SER CORRUPTO