por Roberto Vilanova
No assalto ao caixa eletrônico do Banco do Brasil na Secretaria de Educação, o vigilante não pode se queixar.
É que o assaltante pagou o taxi que a esposa dele chamou para trazê-la até a secretaria. A esposa do vigilante ligou para o marido exatamente no momento em que estava sendo rendido pelos assaltantes, e desconfiou.
O marido gaguejava ao telefone e a esposa concluiu que alguma coisa errada estava se passando, e decidiu verificar. Pegou o táxi e ao chegar à Secretaria de Educação também foi rendida – mas, o assaltante pagou a corrida.
Já tínhamos postado sobre o assaltante de bancos que ora agradecendo a Deus o êxito de seus assaltos e que é supersticioso - ele usa sempre a mesma roupa quando vai assaltar; e por isso foi fácil a polícia descobri-lo.
Os assaltantes do caixa eletrônico da Secretaria de Educação passaram três horas dentro do prédio; eles abriram o caixa eletrônico com maçarico.
Estavam tão tranqüilos que foram esperar a esposa do vigilante chegar para pagar o táxi. Ainda bem que, em Alagoas, os assaltantes de bancos andam com dinheiro trocado...
Indignada com tamanha ironia da desgraça alheia. Agora a gente se pergunta, como uma pessoa se passa a ter um blog para escrever coisas desse tipo?
Uma pessoa que pela foto é de idade, deve ter familia... Tenha vergonha seu blogueiro safado, escroto...
É bom que um dia aconteça com vc e sua familia.
ridiculo o seu comentario, a esposa do vigilante leva um susto desse, passa por essa situação e vc ainda faz piadinha! Se fosse sua esposa o assaltante seria bem mais legal, pode ter certeza!
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.