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Postado em 09/10/2009 às 13:38 por Redação em EntretenimentoEventos

3° batalhão comemora 27 anos de existência

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por Assessoria

As comemorações dos 27 anos de existência do 3º Batalhão da Polícia Militar começaram nesta sexta-feira (09) com 600 crianças arapiraquenses, de escolas municipais e entidades, filhas de militares, inseridas no Peti, assistindo a peças teatrais educativas ligadas ao trânsito. As apresentações acontecem no auditório da Universidade do Estado de Alagoas (Uneal). O primeiro período foi concluído por volta das 10h30 e à tarde as atividades serão retomadas.

 

O objetivo é o de orientar as crianças e fazê-las multiplicadoras sem desviá-las do seu mundo. “Usar o colorido, algo que prenda a atenção das mesmas e provoque a assimilação de que devemos ser responsáveis, conscientes de que o espaço dos outros deve ser respeitado e que o senso no trânsito poupa vidas”- diz o comandante do batalhão, tenente-coronel Marinho.

 

Ele acredita que introduzindo essa conscientização desde cedo nas crianças é possível mudar muitas coisas. “Porque elas já crescem cientes dos seus direitos, mas principalmente das suas obrigações”, enfatiza.

 

O grupo de teatro Cia da meia noite com a peça “O dia em que o trânsito parou” levado a Arapiraca é o da campanha do Detran/AL em uma parceria com a SMTT. Ele apresenta personagens como o diabo- tentando o motorista, o anjo que está preparado para receber os condutores negligentes e também o "monstrorista" aquele cidadão sem a menor responsabilidade no trânsito. Para o comando, a peça é vista como de grande valia aos pequenos estudantes e futuros intermediários nessa luta, já que Arapiraca é o segundo município do Brasil com maior número de motocicletas, tem muitos veículos e diariamente são detectadas muitas imprudências.

 

Na próxima semana, as festividades continuam com “Os novos desafios da segurança pública face ao crescimento socioeconômico de Arapiraca”, tendo como palestrantes o prefeito Luciano Barbosa, o presidente do Conselho Estadual de Segurança, Delson Lyra, o delegado- geral da Polícia Civil, Marcílio Barenco e o próprio coronel Marinho.

 

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