Brasília – Julgando-se insultado e afrontado, o Supremo Tribunal Federal decidiu que policiais não podem fazer greve.
A decisão deveu-se à manifestação promovida por policiais civis do Distrito Federal, em greve há 34 dias, que cercaram o prédio do STF, realizaram um “apitaço”, soltaram fogos de artifícios prejudicando o trabalho da Corte e agrediram servidores.
Uma foto do “Correio Braziliense”, na primeira página, mostra um policial chutando o veículo de um funcionário do STF que furou o bloqueio dos grevistas na saída do prédio da Corte Suprema.
- “Isto não pode acontecer. Isto não pode se repetir” – era essa a palavra de ordem entre todos os ministros, que foram informados de que alguns policiais estavam armados na manifestação – que começou em frente ao Congresso Nacional.
Na verdade, os policiais estão incluídos entre as categorias que não podem fazer greve. O que estava acontecendo era que o famoso “jeitinho brasileiro” ignorava a lei, mas, agora, com os ministros do Supremo Tribunal Federal se sentindo ameaçados, a lei será aplicada porque a decisão do STF virou jurisprudência.
As pendências trabalhistas da categoria terão de ser resolvidas agora pela via judicial, “sem que haja solução de continuidade do trabalho”, ou seja, greve.
O pior é que os policiais do Distrito Federal – civil e militar – são os mais bem pagos do país. O Sindicato dos Policiais Civis do DF tentou se explicar, ao alegar que os agressores não são policiais, mas a foto do “Correio Braziliense” identificou o agente chutando o veículo de um servidor do STF depois de tê-lo desafiado para uma briga.
Os policiais civis em greve exigem o pagamento de gratificações atrasadas.
A decisão do Supremo em relação aos policiais abre o precedente para outras categorias, como os profissionais da área médica nos serviços de urgência e emergência – que também não podem fazer greve.
Bem, agora é esperar para ver no que vai dar. Se o Supremo recuar da decisão, não restará à sociedade mais nenhuma salvaguarda Constitucional e daí para a anarquia é pá e bola.
Brasília – Quem assistiu ao programa do Serginho Groisman ouviu e quem não assistiu ficará sabendo agora as revelações do capitão do BOPE do Rio de Janeiro, Rodrigo Pimentel ( foto), personagem real que inspirou o “capitão Nascimento” do consagrado filme “Tropa de Elite”.
Eis as revelações do capitão:
1) As Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs) e a ocupação dos morros cariocas não vão impedir o tráfico.
2) Ninguém acaba com o tráfico de drogas.
3) Nesse momento, alguém está vendendo e alguém está comprando cocaína nos morros.
4)A milícia é pior que o tráfico de drogas, porque os traficantes tentaram e nunca conseguiram eleger deputado, vereador, e as milícias conseguiram. As milícias são formadas por policiais civis e militares, vereadores e deputados.
5) A função das UPPs, o objetivo da ocupação dos morros é combater os homicídios causados pelo tráfico.
6) A realidade do Rio de Janeiro é maior que a ficção.
Partindo de um policial experiente, que hoje é consultor de segurança pública da Rede Globo, essas revelações levam à reflexão sobre a complexidade do crime – ou o estágio que a criminalidade atingiu no país.
As armas apreendidas nos morros mostram que não só de drogas sobrevive o tráfico; aquelas armas, na sua maioria, são objetos de locação e se prestam a outras atividades tais como assaltos a bancos.
Não é vantagem comprar essas armas; o “politicamente correto” – ou seria “criminosamente correto?” – é locá-las todas as vezes que o bando entra em ação, isto porque elimina-se os vestígios dos crimes.
Eis, pois, as revelações de um capitão do BOPE que virou personagem do cinema porque a ficção se confunde com a realidade.
Brasília - A presidente Dilma tem andado "muito emotiva" nos últimos dias e quem a conhece garante que não é do seu feitio se emocionar facilmente.
Na solenidade de lançamento de um programa para deficientes fisicos, a presidente não conseguiu esconder as lágrimas.
Ela disse que chorava de emoção ao ver aquelas crianças deficientes. Tudo bem. Mas, tem gente dizendo que a presidente anda se emocionando muito, mas é porque, impedida pelos limites do cargo, não pode mandar "muita gente à meda".
Que acham? Será isso mesmo, ou melhor, por quem chora a presidente Dilma?
Brasília - O prefeito Luciano Barbosa (PMDB) bateu o martelo e o candidato apoiado por ele à Prefeitura de Arapiraca é Ricardo Teófilo, recém filiado ao partido com o aval do senador Renan Calheiros.
Foi isso o que a deputada federal Célia Rocha (PTB) disse ao governador Téo Vilela (PSDB) e ao próprio Rogério Teófilo, irmão de Ricardo, vice-prefeito e igualmente candidato à sucessão de Luciano.
Célia disse que foi feita uma pesquisa e o resultado mostrou que Luciano transfere 80% dos votos para Ricardo. Se for assim, Ricardo já está eleito.
Mas, antes, é preciso vencer a disputa interna, em casa, para convencer o irmão de que a vez é dele. Nesse particular, a deputada Célia Rocha diz que não mete o bedelho.
Todavia, Célia deu o recado sutil:
- “Eu gosto muito do Rogério, mas minha afinidade é mesmo com o Ricardo, que foi meu vice e meu secretário”.
Contra Rogério pesa o conceito, que ganhou as ruas de Arapiraca, sobre a sua indecisão. Dizem por lá que ele (Rogério) “é devagar demais” e hesita muito, e que Arapiraca não pode parar.
O que o amigo eleitor arapiraquense acha?
Brasília – Todos os assaltos a bancos ocorridos em Alagoas até ontem, hoje, amanhã e depois, são patrocinados para fazer caixa para campanhas eleitorais.
O assalto à agência do banco em Piaçabuçu é para caixa de campanha e o assalto inadmissível à agência do Bradesco em Rio Largo também.
Aliás, o assalto à agência do Bradesco em Rio Largo é igual ao assalto à agência do Banco do Brasil, em maio de 2003, em Palmeira dos Índios, pois só que tem a certeza da conivência ousa desafiar a topografia desfavorável.
Ruas estreitas, rotas de fugas congestionadas e apenas duas saídas. E a polícia no dia do assalto não estava na cidade. Pense!
No assalto à agência do Banco do Brasil em Palmeira dos Índios, em 2003, a autoridade policial maior do Estado foi conivente. Songamonga, ela (autoridade) apareceu na cidade a bordo de um helicóptero com a missão de proteger os assaltantes, pois mesmo avisada de que o bando fugiu na direção de Viçosa optou para se deslocar na direção de Canafístula – que fica do lado oposto.
Também não explicou e se engasgou muito quando lhe perguntaram o motivo da viatura policial que todos os dias - até hoje - que fica estacionada ao lado da agência do BB, no dia do assalto não estava lá.
Coincidência não existe.
Os assaltos agora deve-se ao seguinte: impedidos de assaltarem bancos impunemente depois de 2007, o bando está quebrado. Foram impedidos porque o comando da segurança pública mudou, mas precisam desesperadamente de dinheiro para manter a tropa que lhes protegem e , também, porque precisam manter a tropa adestrada.
É mais difícil descobrir quem descobriu o Brasil – dizem que foi Pedro Álvares Cabral - do que descobrir o bando que assaltou o banco em Piaçabuçu e Rio Largo.
E o assalto à agência em Rio Largo, este, é mais fácil que respirar. É pá e bola; basta só conhecer o Teorema de Pitágoras e traçar os catetos e a hipotenusa, concluindo depois que a soma do quadrado dos cateto é igual à soma do quadrado da hipotenusa.
Ou seja: de Piaçabuçu a Rio Largo e um lero só.
Simples. Mas, cuidado com quem foi designado para apurar os crimes, pois este pode ser do lado de lá.
A não ser que queiram complicar, só porque o enterro está voltando e para o ano tem eleição.
Brasília - Os amigos internautas que nos honram com a leitura do blog sabem e quem não sabe pode ficar sabendo pelas postagens arquivadas, que eu nunca acreditei na “estória” da Gripe Suína.
Apesar das opiniões de especialistas, de cientistas e coisas e tais, a “estória” da Gripe Suína é realmente uma “estória” – assim mesmo, com “é”, como convém a Trancoso e a Carochinha.
Pura balela que a mídia espetaculosa alardeou para tungar os otários. Pergunto agora: cadê a “Gripe Suína”, que fim levou se pouquíssimas pessoas se vacinaram – ainda bem; e se em alguns países, como na Holanda, sequer a vacina foi admitida?
Cadê os “infectologistas”, cientistas, especialistas em suínos, digo, em gripe de porco? Eu disse e repito agora que o noticiário sobre a Gripe Suína era uma jogada para conter o consumo de milho destinado à ração para porcos.
Primeiro eles inventaram que a gripe era transmitida pelas aves – que, não por coincidência, se alimentam de milho; depois disseram que era transmitida pelos porcos – que comem farelo de milho.
Falaram até em pandemia! Pura sacanagem.
Não por coincidência, porque não existe coincidência, eles apontaram o foco da “Gripe Suína” numa cidade mexicana na fronteira com o Texas, nos Estados Unidos. E por que fizeram isso? Porque o milho que o Texas produz não estava atendendo à demanda interna.
Só por isso.
Nunca existiu Gripe Suína e mesmo que possa existir alguns diagnóstico comprovando a doença eu ainda assim não acredito, porque do mesmo jeito que o canalha envelhece, ele ( o canalha) também se presta a qualquer serviço.
Chegaram até a inventar o tal de “Influenza” e a identificar o vírus da Gripe Suína como A1N1 ( era isso? Não seu direito porque levei tudo na goga).
Sentindo-me ultrajado exijo agora daqueles que se prestaram a espalhar a mentira que arranje uma Gripe Suína para mim porque eu adoro uma porca.
Sendo do sexo oposto, eu adoro qualquer uma que ronca e fuça. Então, doutor, arranje uma Gripe Suína pra mim. Eu pago bem.
Aos otários que tomaram vacina, que compraram máscaras e luvas, eu só tenho a dizer: bem feito, pois quem mandou cair no conto do porco?
Atchim!
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.