Favor digitar pelo menos 3 caracteres
Postado em 15/04/2012 às 18:16

Procuramos um DJ alagoano para a batida dos oito anos da Mc Soffia.

  • email E-mail
  • mais Mais...

A menina Soffia Gomes da Rocha Gregório Correia tem 8 anos, nasceu em São Paulo,berço do hip hop brasileiro, e tem como uma das suas referências musicais Willow Smith, a filha do ator americano Will Smith.
Soffia é menina bonita dessas de cabelo black power que estuda no Projeto Ancora e tem inúmeros hobbies :andar de skate,fazer circo , cantar , dançar e capoeira . Bem nova já vem apreendendo o conceito da palavra identidade. Soffia é conhecida como MC Soffia.
Uma Mc menina considerada por muitos como o futuro do hip hop. Recentemente deu show, literalmente, no Programa da Eliana, no SBT, como também no Top Five Programa CQC, na TV Bandeirantes.
Foi a partir de uma oficina de Mcs no evento de Hip Hop para crianças chamado “O Futuro do Hip Hop”, projeto idealizado pela DJ Vivian Marques que a menina Soffia percebeu seu potencial de artista e a importância da música para transmitir mensagens de reflexão e reivindicação.
Aos 8 anos, MC Soffia tem 1 ano de carreira e já realizou vários shows em São Paulo. A pequena tem consciência da história negra e, é convidada especialíssima do Projeto Raízes de Áfricas para o XI Igbà- Seminário Afro-Alagoano: “O Estatuto da Igualdade Racial e as Possibilidades para o Exercício Legal das Políticas de Promoção para a Igualdade Racial, no Brasil”, que acontece de 15 a 17 de maio, em Maceió,Alagoas.
Como política de formação continuada, o XI Igbà- Seminário Afro-Alagoano celebra o 13 de maio- Dia Nacional de Denúncia Contra o Racismo e tem como objetivo socializar ,discutir,como dever do Estado, a aplicabilidade das bases jurídicas do Estatuto da Igualdade Racial, regulamentando a Constituição Federal ,com relação à proteção e promoção dos direitos constitucionais da população negra, potencializada em mais de 51, 2 % da população brasileira..
E antes que Soffia chegue procuramos  um DJ alagoano  para acompanhar a pequena colocando as batidas nas música interpretadas.
Quem se habilita?
Com certificação de 30 horas, o XI Igbà- Seminário Afro-Alagoano terá em sua programação: apresentações artísticas, VII Festival Alagoano das Palavras Pretas, rodas de conversas, palestras, debates, trocas de experiências com a participação de especialistas locais e nacionais.
A taxa do investimento é de R$ 10.00 ( dez reais)
Uma realização do Projeto Raízes de Áfricas, conta com o apoio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, Secretaria de Estado, da Mulher da Cidadania e dos Direitos Humanos, Secretaria de Estado da Saúde.
Esse você não vai perder.
Vai???

Informações: (82) 8827-3656/3231-4201 e-mail: raízesdeafricas@gmail.com

Tags: Soffia, XI Ígbà, DJ
Postado em 15/04/2012 às 10:24

Menina, para de tentar entrar aqui: você é mulher e negra. E eles não gostam disso aqui.

  • email E-mail
  • mais Mais...

Da série: não é fácil ser mulher e negra. Uma ótima matéria da jornalista da Carta Capital estabelecendo um riquíssimo espaço diálogo para que muitos estudios@s das academias das Alagoas adentro e Brasil afora possam caminhar além de sua zona de conforto e “descubram”que o apartheid do racismo é um dos fatores que leva tanta gente para a periferia da história, inclusive estabelecendo a condição econômica da pobreza negra..
O racismo no Brasil promove um apartheid social incomensurável, abrindo fossos entre o que é possível e as oportunidades roubadas. Pardos e negros constituem a maioria da população brasileira, 51,2% e mesmo assim depois de quatro séculos de humilhação e subalternidade, ainda temos que lutar a ferro e a fórceps pelo nosso direito de cidadania plena.
O racismo no Brasil veste a roupagem dos “doutas” autoridades como do ex- democrata, senador Demóstenes Torres, expulso recentemente do partido, que afirmou em um rio de frases inconsequentes , feito uma cachoeira coalhada de imbecilidades que os estupros praticados durante o escravismo eram consensuais e responsabilizou os negros pela própria escravidão,
Não é fácil ser negro no Brasil miscigenado. Com a palavra a doutora Juíza da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca do Rio de Janeiro,  Ivone Ferreira Caetano:

‘Ser negra e mulher é muito difícil no Brasil’
Ivone Ferreira Caetano é uma mulher de 68 anos, casada e há 42, ela é a Juíza da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca do Rio de Janeiro. Uma figura polêmica lutadora e inovadora, defensora de assuntos que a tornam constantemente centro de polêmicas judiciais.
São delas alguns exemplos de decisões que irritam parte retrógada da sociedade e alguns juristas acomodados.
Segunda ela, um dos problemas que vem encontrando é o do reconhecimento a crianças, principalmente africanas no Rio. Quando ela toma conhecimento de algum deles – a perambular pelas ruas do centro da cidade – dá documentos especiais, sejam bebês, crianças ou adolescentes. Essas crianças africanas não aparecem em estatísticas brasileiras por entrarem no Brasil ilegalmente, fugindo de suas terras natais. Ela diz como resolve: reconhece as crianças oficialmente como estrangeiras a viver no Brasil e elas passam a ter direitos como saúde, educação e proteção da sociedade, tudo com base na Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente. É quando esses garotos – que chegam, na maioria dos casos, sem responsáveis, em navios principalmente – passam a existir como seres humanos no Brasil.
Pelos mesmos motivos, que também irritam alguns setores, a magistrada manda tirar das ruas crianças que usam tóxicos e as interna em abrigos para tratamento.
Quando defendem que ela não pode decidir sobre o direito de ir e vir, ela lembra: o direito à vida desses jovens é superior a tudo.
E assume sua responsabilidade: "Algum pai que pode pagar internação e tratamento a seu filho o deixaria abandonado ao tóxico?" Na falta de responsáveis, o Estado tem essa responsabilidade e as crianças são encaminhadas para instituições que cuidam de viciados.
Ela também já mandou adolescentes grávidas e viciadas para tratamento obrigatório, garantindo a perfeita formação da criança.
Na área de adoção, Ivone Caetano também provoca celeumas. Lembra que, quando uma criança está para ser adotada, a Justiça faz perícia para saber se o interessado tem condições financeiras, psicológicas para criar um filho sadio. Então, a pessoa, tendo 16 anos mais que a criança, se é casada, solteira ou homossexual, não interessa para a juíza. Importante é que o adulto esteja apto a dar boa criação ao adotado.
Por essa linha vanguardista de pensamento, e com experiência de vida de quem passou profissionalmente por subúrbios do Rio e dá conferências no exterior, Ivone Caetano sempre tem dificuldades. Em vez de ter sentenças recorridas, ela já recebeu 19 representações – termo jurídico para um ato de repreender ou punir o juiz – "todas indeferidas e arquivadas", lembra ela.
Ser negra e mulher é difícil no Brasil
Antes de se formar em Direito, Ivone Ferreira Caetano trabalhou no IBGE, na Secretaria de Finanças da Prefeitura e no Banco Boa Vista. Depois de formada, tentou – por nove vezes consecutivas – passar em concurso público ligado a sua profissão. Como o cargo pretendido era o mesmo, um dia ouviu de um dos examinadores, quando estava na terceira fase do teste: "menina, para de tentar entrar aqui: você é mulher e negra. E eles não gostam disso aqui".
Desde que ouviu essa afirmação – sentida, mas nunca verbalizada – Ivone Caetano entendeu que precisaria ter sempre sua autoestima elevada e enfrentar, sem medo, sua vida, como mulher e negra, numa profissão elitista. Passou assim por todas as esferas do Judiciário até chegar ao cargo que ocupa hoje.
Sorrindo, com ar doce de quem cuida de crianças – e velhos – ela diz que sempre teve dificuldade em tudo que fez. Com cabelos curtinhos, olhar profundo de quem sabe o que está dizendo, desabafa, sem revolta: "ser negra e mulher é muito difícil no Brasil. Tudo é muito sutil e quem não tem traços do Daomé não sabe o que isso representa", diz ela, brincando e mostrando seu nariz que tem formato típico da região africana de onde vieram inúmeros escravos para o Rio de Janeiro. Com humor, ela reforça: "E nem eu sei meus ascendentes são de lá".
Essa figura respeitada por importante parte da sociedade e rejeitada em parte do Poder Judiciário, chegará a galgar o cargo de desembargadora, como já é de justiça e direito? Sendo progressista, mulher e negra? Ou tudo continua como aconteceu nos concursos de 40 anos atrás?
Com esta curiosidade na alma, lanço minha esperança de o Rio ter, a curto prazo, a primeira desembargadora negra no Tribunal de Justiça, neste país hoje dirigido por uma mulher e tem outras mulheres em postos-chave da República.

Fonte: Carta Capital
 

Tags: racismo, mulher, judiciário
Postado em 13/04/2012 às 23:52

Assumir a identidade racial negra no Brasil é um processo extremamente difícil e doloroso.

  • email E-mail
  • mais Mais...


Um artigo que é uma verdadeira aula escrito pela médica Fátima Oliveira e presidenta da Regional Minas Gerais da Sociedade Brasileira de Bioética. Autora de: Engenharia genética: o sétimo dia da criação (Moderna, 1995); Bioética: uma face da cidadania (Moderna, 1997); Oficinas mulher negra e saúde (Mazza, 1998); Transgênicos: o direito de saber e a liberdade de escolher (Mazza, 2000); O "estado da arte" da reprodução humana assistida em 2002 e Clonagem e manipulação genética humana: mitos, realidade, perspectivas e delírios (CNDM/MJ, 2002); e Saúde da população negra, Brasil 2001 (OMS/Opas, 2002).
Um escrito para apreender novas concepções e possibilidades:

Ser negro no Brasil: alcances e limites

O Brasil é um país mestiço, biológica e culturalmente.
A mestiçagem biológica é, inegavelmente, o resultado das trocas genéticas entre diferentes grupos populacionais catalogados como raciais, que na vida social se revelam também nos hábitos e nos costumes (componentes culturais).
No contexto da mestiçagem, ser negro possui vários significados, que resulta da escolha da identidade racial que tem a ancestralidade africana como origem (afro-descendente). Ou seja, ser negro, é, essencialmente, um posicionamento político, onde se assume a identidade racial negra.
Identidade racial/étnica é o sentimento de pertencimento a um grupo racial ou étnico, decorrente de construção social, cultural e política. Ou seja, tem a ver com a história de vida (socialização/educação) e a consciência adquirida diante das prescrições sociais raciais ou étnicas, racistas ou não, de uma dada cultura.(...)
Para fins de estudos demográficos, no Brasil, a atual classificação racial do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) é a que é tomada como oficial desde 1991. Tal classificação tem como diretriz, essencialmente, o fato de a coleta de dados se basear na autodeclaração. Ou seja, a pessoa escolhe, de um rol de cinco itens (branco, preto, pardo, amarelo e indígena) em qual deles se aloca. Como toda classificação racial é arbitrária e aceita não sem reservas, a do IBGE não foge à regra, pois possui limitações desde 1940, quando coletou pela primeira vez o "quesito cor"*. Sabendo-se que raça não é uma categoria biológica, todas as classificações raciais, inevitavelmente, padecerão de limitações. Todavia, os dados coletados pelo IBGE, ao reunir informações em âmbito nacional, são extremamente úteis, pois apresentam grande unidade, o que permite o estabelecimento de um padrão confiável de comparação.
De acordo com a convenção do IBGE, portanto, negro é quem se auto-declara preto ou pardo. Embora a ancestralidade determine a condição biológica com a qual nascemos, há toda uma produção social, cultural e política da identidade racial/étnica no Brasil.
Vale mencionar ainda as polêmicas sobre o conceito de raça e de etnia, que, grosso modo, raça deveria ser um conceito biológico, enquanto etnia deveria ser um conceito cultural. Não sendo raça uma categoria biológica, etnia também se revela como um conceito que não é estritamente cultural, pois a delimitação de grupos étnicos parte de uma suposta alocação deles no conjunto dos grupos populacionais raciais sem abstrair a unidade do local de origem, e, para delimitar etnia, considera-se a concomitância de características somáticas (aparência física), lingüísticas e culturais. Enfim, o conceito de raça é uma convenção arbitrária e pode ser enquadrada como uma categoria descritiva da antropologia, uma vez que é baseada nas características aparentes das pessoas. Portanto, o uso dos termos raça ou etnia está circunscrito à destinação política que se pretende dar a eles.
Estudos da genética molecular, sob o concurso da genômica, são categóricos: a espécie humana é uma só e a diversidade de fenótipos, bem como o fato de que cada genótipo é único, são normas da natureza. Tendo o DNA como material hereditário e o gene como unidade de análise, não é possível definir quem é geneticamente negro, branco ou amarelo. O genótipo sempre propõe diferentes possibilidades de fenótipos. O que herdamos são genes e não caracteres!
Se para as ciências biológicas raça não existe e é consensual nas ciências sociais que o conceito de raça está superado, por que a insistência, em particular do movimento negro, em usá-lo como um paradigma da luta contra a opressão de base racial/étnica, ou seja, do racismo? Por questões políticas, já que o racismo existe e é uma prática política que tem por base não apenas a existência das raças, mas que as "não-brancas" são inferiores.
Assumir a identidade racial negra em um país como o Brasil é um processo extremamente difícil e doloroso, considerando-se que os modelos "bons", "positivos" e de "sucesso" de identidades negras não são muitos e poucos divulgados e o respeito à diferença em meio à diversidade de identidades raciais/étnicas inexiste.


 

Tags: Brasil, negro, racismo
Postado em 09/04/2012 às 17:09

O que foi feito da política de promoção para igualdade racial,após o governo Lula?

  • email E-mail
  • mais Mais...

 

O governo Dilma Roussef tem estabelecido, paulatinamente, a ausência de investimentos sistemáticos que contemplem a questão racial no Brasil. Há um verdadeiro apartheid político sobre o tema pautando uma profunda invisibilidade nas agendas institucionais ,mesmo que a crescente mortandade da população jovem e negra esteja estampada em inúmeras pesquisas cientificas como o Mapa da Violência 2012 .Os Novos Padrões da Violência Homicida no Brasil.
Mesmo que concepções discriminatórias marginalizem, como um camaleão poliglota, cotidianamente, a maioria da população brasileira.
Somos 97 milhões de brasileiros pardos e negros.
O governo Dilma Roussef ainda nos vê, como população anônima, tornando-nos porta voz de uma exclusão explicita, dentro de um silêncio que intercala perguntas: O que foi feito da política de promoção para igualdade racial , após o governo Lula?
Ao ignorar a questão racial  o governo Dilma Roussef legitima a prática do racismo institucional, aquele que naturaliza a história de um povo na periferia das decisões políticas, consolidando com isso o poder do regime eurocêntrico?
Eis uma questão!
Abaixo matéria sobre a viagem da presidenta Dilma Roussef aos Estados Unidos:

Dilma vai aos EUA com plano de cotas raciais

247 – No seu primeiro ano de gestão, a presidente Dilma Rousseff já deixou claro que há um corte de gênero em seu governo. Além de ser ela a primeira mulher a comandar o País, Brasília nunca teve tantas ministras e até mesmo a maior empresa nacional, a Petrobras, ganhou um comando feminino, com Graça Foster. No campo dos direitos civis, no entanto, Dilma não avançou praticamente nada na questão da igualdade racial. Mas isso pode começar a mudar e talvez seja até uma pauta não oficial para o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nesta segunda-feira – nos EUA, cotas vêm sendo implantadas desde a década de 60 e sem a promoção efetiva da igualdade racial um negro não teria chegado à Casa Branca.
Na verdade, este tema já vem sendo tratado de forma reservada no governo brasileiro pelo economista Ricardo Paes de Barros, um dos gurus da presidente Dilma. Contratado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, ele prepara um plano que irá propor cotas no serviço público, para que negros tenham maior acesso a cargos de comando nos ministérios, nas autarquias e nas estatais. “É responsabilidade do Estado. Uma preocupação assim levaria à formação de uma elite negra de forma mais acelerada, porque estamos vendo que o acesso da população negra ao topo da sociedade brasileira ainda é limitado. Isso quer dizer que muitos talentos e valores negros não estão sendo aproveitados”, disse Paes de Barros ao jornal Valor Econômico, dias atrás
Fonte: Brasil 247

Tags: governo Dilma Roussef, invisibilidade, racismo
Postado em 08/04/2012 às 13:23

Que o renascimento da Páscoa permaneça, em você, nos 365 dias do ano.

  • email E-mail
  • mais Mais...

A vida nem sempre é fácil, mas o lado bom das dificuldades é que nos deparamos com
as possibilidade de encontrar as gentes necessárias para nosso crescimento espiritual e humano.
Gentes que dentro de suas limitações dão o máximo de si para que novas trilhas sejam abertas.
Que nesse tempo de renascer possamos ser, verdadeiramente, sábi@s com nossos sentimentos ,fazendo-os maiores e mais agregadores.
Que a outra pessoa que mora ao lado seja amada ,com todas suas idiossincrasias, assim como amamos nosso reflexo no espelho.
Não é fácil o aprendizado de sermos verdadeiramente human@s, sem hipocrisia social, todavia nada é impossível, quando nossa alma não se apequena
Que, cotidianamente nosso olho esteja aberto para enxergar além das linhas da conveniência humana.
Que possamos exercitar a crença pessoal, além dos dogmas e das religiões.
Que o renascimento  da Páscoa permaneça, em você, nos 365 dias do ano.
Obrigada por você!
Afroabraços.
 

Tags: Pascoa,renascimento, permanente
Postado em 04/04/2012 às 10:25

A queda do senador Demóstenes Torres é um golpe no trabalho do DEM entre a Juventude.

  • email E-mail
  • mais Mais...

Lideranças devem ser perpetuadas como natureza e exercício da verdade democrática.
Existe?
Repassando a nota abaixo que saiu na seção Panorama Político do Globo, 04/04. Vale a pena ler.


A queda do senador Demóstenes Torres (GO), alvejado pelas ligações com Carlinhos Cachoeira, é um golpe no trabalho do DEM entre a Juventude.
Ele era uma espécie de ícone da nova direita e vinha percorrendo o Brasil organizando a Juventude em torno das idéias conservadoras do DEM.
Crítico das cotas, ele tinha relação estreita com professores e a atual diretoria do DCE da Universidade de Brasília e participava de um movimento de oposição ao reitor José Geraldo de Souza Júnior.
No seu Twitter, Demóstenes chegou a escrever: "O que há na UnB é uma espécie de bullying ideológico, e estou aguardando relatos de outras universidades".
Que aguarde em paz.

Tags: Demóstenes, verdades, juventude