Com a saída do jurista Nelson Jobim do Ministério da Defesa, a presidente Dilma passa a ter o controle efetivo do Governo nas áreas mais sensíveis: educação, segurança pública (Justiça), saúde e Forças Armadas (Defesa).
Áreas estratégicas como essas não poderiam ficar distantes das mãos da presidente. Dilma habilmente soube trazê-las para seu controle sem grandes embates e entraves políticos.
O mesmo aconteceu com o Ministério dos Transportes, que por enquanto tem à frente um correligionário do Partido da República (PR). Por enquanto...
O fato é que Dilma está chamando para si a responsabilidade de governar corajosamente, implementando sua marca a não ceder os conchavos e assédios políticos irresponsáveis, independente de agremiação partidária.
Quem será o próximo ministro a ser demitido?
Algo me diz que o do Esporte, Orlando Silva (PCdoB), corre sério risco por conta da proximidade com cartolas do futebol e de outras modalidades esportivas.
Aguardemos...
A crise no Ministério dos Transportes passa ser a maior do Governo Dilma, superando o escândalo do Palocci, tanto pela ramificação e disseminação do esquema de corrupção, como também pelo montante do dinheiro desviado – entenda-se ROUBADO.
No palco do deprimente espetáculo estão os gestores do DNIT como principais protagonistas, cuja missão de alguns era operar um esquema de fraudes em licitações sem limites, privilegiando políticos que ainda não tiveram seus nomes divulgados.
Quem são eles?
Os desmandos não teriam fim se a presidente Dilma não tivesse agido com firmeza nas demissões dos envolvidos.
Mas as coisas não devem parar por aí, se restringindo somente nas substituições dos cargos. Inquéritos, ações penais, condenações e cadeias são palavras que devem fazer parte desse enredo nefasto.
A recuperação do dinheiro público deve ser promovida o mais rápido possível, com intervenções da Polícia Federal, Ministério Público Federal e Justiça Federal. Só assim a resposta será dada a esta sociedade sofrida e espoliada que paga seus impostos na esperança de dias melhores que tardam a chegar.
As ações políticas e enérgicas da Dilma estão valendo, mas as policiais e penais é que mostrarão o braço político dessa organização criminosa.
A SMTT diariamente promove a substituição de placas de sinalização de trânsito que estão deterioradas e implanta outras para regulamentar o tráfego em determinadas regiões da cidade.
Muitas trocas são urgentes por conta do péssimo estado, especialmente pelas intempéries que causam os desbotamentos ou descolagens das que são confeccionadas em adesivos plásticos.
Mas nota-se em algumas vias que as placas simplesmente somem da noite para o dia, notadamente as que regulamentam o estacionamento ao longo das ruas que estão instaladas academias, bares, restaurantes e outros pontos comerciais.
Essa ação é lamentável, pois o particular quer impor ao Poder Público e aos demais contribuintes a sua vontade e fazer prevalecer seus interesses em detrimento dos demais cidadãos.
O que se recomenda é a utilização do devido processo administrativo, ou judicial, para que se promova a revisão em caso de incoerência na regulamentação dos locais de estacionamentos e fluxos de trânsito.
A finalidade do órgão de trânsito é atender as demandas da população promovendo o bem comum, independente dos interesses econômicos e particulares de alguns.
Aproveitando um gancho na discussão fomentada pelo colega Luis Vilar quanto o aumento do número de vereadores para a próxima legislatura, acredito que um percentual considerável da população seja contra.
Isso é fácil de constatar pela insatisfação generalizada da sociedade com a classe política.
E esse descontentamento é no Brasil inteiro!
Mas fica a indagação: para que aumentar o número de vereadores e quais os resultados práticos e diretos dessa medida no cotidiano dos contribuintes?
Não vejo racionalidade, pelo menos na atual sistemática política, no aumento do número de vereadores.
Nesse contexto, fico com a máxima: dos males o menor.
Sendo assim, a proposta do vereador Sílvio Camelo é coerente ao propor a elevação para vinte e cinco vagas na Câmara de Vereadores.
A quem defenda a proposta para elevação no máximo do permitido, que é de trinta e um vereadores.
Será que Maceió necessita de tantos vereadores assim?
Cada vez mais os veículos estão sendo usados como arma de matar e destruir
O automóvel é o objeto de desejo de quase todas as pessoas e, para algumas, passou a ser uma “necessidade” no cotidiano.
Os modelos mais simples e econômicos fazem o sucesso entre as classes menos favorecidas, enquanto os mais luxuosos e potentes deleitam os que detêm maior poder financeiro.
Já disseram que o carro transforma o homem e mostra sua verdadeira face: da humildade à soberba; da passividade à violência.
Nesse contexto, várias vidas mudaram a partir da aquisição e uso de um veículo automotor: uns tiveram experiências maravilhosas por conta da boa utilização, enquanto outros sofreram, ou sofrem, verdadeiros martírios pelo instrumento nefasto que o carro se transformou em dado momento de suas trajetórias.
Todos os dias pessoas têm suas vidas transformadas por conta da intervenção de um condutor de veículo automotor.
Neste final de semana o empresário Marcelo Malvio de Lima matou a advogada Carolina Menezes Cintra Santos ao colidir seu Porsche, que conduzia a mais de 150 Km/h, com o veículo dela numa rua da Zona Oeste de São Paulo.
Marcelo foi autuado em flagrante por homicídio doloso e pagou R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) de fiança para responder o processo em liberdade.
O automóvel mudou a vida e o destino deles e de seus familiares...
Flávio é um adolescente de 14 anos e mora na comunidade carente da zona portuária no bairro do Jaraguá.
Ele ganha algum dinheiro zingando um caíque para transportar pessoas e objetos da praia até os barcos de pesca ou lazer fundeados nas imediações do porto de Maceió.
Foi num traslado desses que relatou ser avesso ao uso de drogas e ter vontade de progredir na vida, não obstante ainda estar na quarta série do ensino fundamental e não saber ler.
A realidade educacional dele não é diferente de tantas outras pessoas, jovens e adultos, que são vítimas de uma política pública equivocada, e não raras vezes criminosa, quanto à aplicação dos vultosos recursos destinados à alfabetização.
Chegar até a quarta série sem saber ler é a exteriorização da falência da metodologia do ensino público voltada às pessoas como ele.
Quantos estão nessa condição?
Será que ele vai chegar à faculdade sem saber ler?
É triste reconhecer, mas pela regra ele está condenado à pobreza até o final da vida.
Flávio é a regra; Tiririca e alguns outros são a exceção!
Como participante da família Cada Minuto fico feliz em ver que cada vez mais os internautas/leitores alagoanos estão descobrindo o grande valor que esse veículo de comunicação tem no nosso cotidiano. Através dele nos mantemos atualizados sobre o que acontece por aqui e também no mundo. Informação e diversão em alguns cliques e ao alcance de todos.