Sem querer buscar a origem de como se definiu ser de esquerda no sistema político-social, não é de hoje que o tema merece um pouco de reflexão, especialmente pelo comportamento de algumas figuras que juram ser de esquerda; estão num partido tido como de esquerda; se vestem de vermelho; pregam o socialismo e o comunismo, mas são doidinhos por uma BMW, um Chanel, um apartamento na orla, uma viagem a Nova Iorque, uma bolsa Louis Vuitton...
É muita hipocrisia e malandragem juntas!
Tem sindicalista que assina acordos coletivos com sua caneta Mont Blanc e depois vai falar mal do capitalismo.
O que é isso companheiro???
Para não alongar e polemizar com os falsos canhotos: se ser de esquerda é venerar o louco do Hugo Chávez e achar que Venezuela e Cuba, com seus respectivos ditadores, são exemplos de nação, muitos conceitos precisam ser revistos...
Quase sempre Alagoas aparece na mídia nacional como sinônimo de desgraça: mortalidade infantil, analfabetismo, coronelismo, corrupção generalizada, violência, maus políticos... e por aí vai.
A cada veiculação de notícias dessa natureza a nossa autoestima desce ao 5º subsolo.
Será que os outros estados não sofrem desses malefícios também?
Mas nem tudo é desgraça e incompetência na brava terra dos Marechais. Esta semana os veículos de comunicação estamparam a contaminação na bebida láctea Toddynho, fabricado pela multinacional PepsiCo.
Segundo apurou-se, o lote contaminado foi produzido na fábrica de Guarulhos/SP e distribuído no Rio Grande do Sul, onde aproximadamente trinta pessoas sofreram queimaduras na mucosa bucal.
Os que poucos sabem é que, fora a unidade de Guarulhos, o Toddynho também é fabricado e embalado pela SDI Serviço Ltda, instalada na cidade de União dos Palmares sob o comando do empresário alagoano Rodrigo Daniel – o Dandan – para os mais chegados.
Tive a oportunidade de fazer algumas visitas à fabrica e constatar o rigoroso padrão de qualidade exercido pelos profissionais que ali trabalham, podendo reafirmar a competência dos proprietários da empresa.
Alguns empreendimentos alagoanos deveriam ter maior divulgação, pois aqui não tem só desgraça: nosso Toddynho é bom...
A crise no Ministério dos Transportes, logo no início do governo da presidente Dilma, trouxe um efeito colateral que está sendo suportado por milhões de usuários das estradas federais, já que o Brasil foi um país que priorizou o transporte rodoviário em detrimento de outros.
O epicentro do turbilhão foi justamente o DNIT, órgão responsável pela construção, gerenciamento e manutenção da malha viária federal que ainda não foi privatizada.
As denúncias de irregularidades nos processos licitatórios fizeram com que as obras em andamento na maioria dos Estados fossem paralisadas, trazendo o habitual transtorno aos motoristas e passageiros.
O clima de abandono é generalizado e sem sinalização de melhorias a curto prazo. Exemplo escancarado e próximo a nós é a duplicação da BR 101, que ao longo de seu percurso contém trechos impróprios para suportar uma viagem com segurança.
Alguma decisão precisa ser tomada com urgência para que as obras sejam retomadas, pois, a manter-se a situação atual, a tendência é de danos irreparáveis aos contribuintes e perda de vidas.
Recentemente foram publicadas matérias trazendo o número de vítimas fatais no trânsito de Alagoas no primeiro semestre deste ano.
Segundo o DataSus, 171 pessoas perderam a vida em acidentes nas vias de Alagoas.
Com o devido respeito aos responsáveis pela estatística, acredito que o número não espelha a realidade, pois o que vemos todos os dias, invariavelmente, são notícias trazendo detalhes de desastres que deixaram mais de uma vítima letal.
Ora, numa simples conta de dividir já comprova-se a não confiabilidade dos dados: 180 dias dividido por 171 mortes...
Todos sabem que o trânsito mata mais de uma pessoa por dia no estado de Alagoas.
Infelizmente essa é a dura realidade das condutas irresponsáveis de motoristas que utilizam seus veículos como verdadeiros instrumentos de mutilar e matar.
As eleições municipais estão se avizinhando e o clima de animosidade entre os integrantes e simpatizantes de agremiações partidárias começa a se acirrar.
A matéria trazida pelo Cada Minuto a respeito das crises internas no PT em Alagoas mostra parte da realidade de uma instituição que passa por um momento difícil e que não desfruta da simpatia de grande parte da sociedade local, especialmente em Maceió.
Embora seja o partido político que elegeu os dois últimos presidentes do Brasil e se mantém no poder, em Alagoas não conseguiu eleger nenhum vereador na capital e a única prefeita eleita está presa preventivamente pela acusação de homicídio.
De fato o ambiente não está muito bom!
Completei dois anos de filiação ao PT e já aprendi, pelo menos um pouco, a conviver com as divergências internas reinantes entre as tendências e os campos que compõem o partido.
Ao contrário de outras agremiações políticas, os debates e embates são explícitos e isso permite que se saiba o posicionamento daqueles que têm voz ativa e comando dentro do grupo.
Não comungo com alguns pensamentos e diretrizes, tampouco com condutas delituosas ou nefastas, mas tenho que não existe instituição, empresa, associação, igreja, governo, família e, principalmente, partido político que não tenha seus desvirtuados – para usar um termo mais leve...
Vários comentários foram feitos a respeito da minha responsabilidade na expedição do porte de arma ao marido da prefeita de Anadia, Sânia Teresa.
Gostaria de informar, mais uma vez, que quando o porte dele foi concedido eu já não estava mais à frente da Superintendência da Polícia Federal em Alagoas.
A minha gestão na PF foi marcada pela austeridade no controle de concessão de portes de arma.
Pelo que sei, a mesma atitude criteriosa na concessão de porte de arma também está sendo adotada pelo atual superintendente da PF.
Acredito que o porte de arma tenha sido concedido ao marido da prefeita por conta dele ter alegado, e demonstrado, algum fato relevante que justificasse a sua concessão pela presente administração da Polícia Federal.
Nunca me deixei influenciar politicamente nos atos de gestão pública que pratiquei!
Como participante da família Cada Minuto fico feliz em ver que cada vez mais os internautas/leitores alagoanos estão descobrindo o grande valor que esse veículo de comunicação tem no nosso cotidiano. Através dele nos mantemos atualizados sobre o que acontece por aqui e também no mundo. Informação e diversão em alguns cliques e ao alcance de todos.