Postado em 06/04/2010 às 19:59

Ibama condena estaleiro de Coruripe, antes da obra! Ai, égua...

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Destruíram a Mata Atlântica em Alagoas e o Ibama nada fez; destruíram o mangue na boca da Barra Nova, provocando a revolta do mar, e o Ibama nada viu; a Lagoa Mundaú é uma fossa a céu aberto – e o Ibama também nada viu.

Mas, antes de ver a obra do estaleiro de Coruripe, o Ibama já sabe até que haverá impacto sócio-econômico na região e se mostra preocupado (?) com o Estado. O estaleiro foi condenado na maquete por decisão de Brasília - uma decisão anunciada em Maceió com sorrisos de satisfação.

Pode até haver sinceridade nisso, mas, diante do exposto acima, é difícil de acreditar. É difícil de acreditar porque Pernambuco destruiu 140 hectares de mangue em Suape e anuncia negociação para construção do quarto estaleiro e o Ibama que age aqui não age lá.

Por que será?

Quer dizer que só vale para Alagoas – e, ainda assim, exclusivamente para o estaleiro? Ou será que será que será?

Sabe o que eu acho? Eu acho que será que será que será. Gente! Os maus alagoanos são mesmo o câncer que destrói este Estado por diferentes vias – ou o subtrai em tenebrosas transações ou impedem o seu desenvolvimento.

O que fazer? Alguém tem alguma sugestão? Como combater o lobo mau?
 

Postado em 06/04/2010 às 13:29

Benedito de Lira nega ter pedido o Detran para apoiar Téo Vilela

Deputado disse que não conversou com governador

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Benedito de Lira nega ter pedido o Detran para apoiar Téo Vilela

Arquivo - CadaMinuto

O deputado federal Benedito de Lira (PP) negou ter conversado com o governador Téo Vilela (PSDB) e feito qualquer pedido para se compor com o governo.

Por telefone, de Brasília, o deputado se mostrou indignado com o noticiário acerca das negociações para se coligar com o governo.

- Nosso compromisso sempre foi com a candidatura do prefeito Cícero Almeida. Tivemos duas reuniões discutindo a candidatura dele (Cícero Almeida) ao governo do Estado; conversei com os senadores Renan Calheiros e Fernando Collor, com o ex-governador Ronaldo Lessa, e sempre nesse sentido, que era a candidatura do prefeito Cícero Almeida. Esse era o nosso compromisso - disse.

O deputado esclareceu que, uma vez que o prefeito Cícero Almeida desistiu de disputar o governo do Estado, o PP está liberado para fazer qualquer composição - e isso é perfeitamente natural.

- Mas, quero dizer que seja qual for a decisão a ser tomada, essa decisão jamais será uma decisão do deputado Benedito de Lira. Será uma decisão do partido, do PP, depois de ouvirmos os nossos prefeitos. É isso o que tenho deixado claro – sustentou.

Benedito de Lira também falou que em sua vida pública jamais exigiu cargos de nenhum governador que apoiou.

- Nós apoiamos o Suruagy, o Geraldo Bulhões, Manoel Gomes de Barros, e nunca pedimos nada em troca. Quem conhece minha vida pública sabe do meu comportamento. Daí, essa história de que conversei com o governador Téo Vilela e que exigi uma secretaria e o Detran é um boato, é uma inverdade que não posso admitir – completou.
 

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Postado em 06/04/2010 às 12:37

Benedito de Lira pede secretaria e o Detran, para se juntar a Téo

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Apenas um detalhe separa o deputado federal Benedito de Lira e o seu PP do governo Téo Vilela (PSDB).

O detalhe é o pedido que Benedito fez para fechar o acordo e abandonar oficialmente o chapão.

E o que foi que Benedito pediu?

Benedito pediu uma secretaria de Estado e o Detran; e o governador Téo Vilela ficou de analisar, mas não pode demorar muito na análise – Benedito tem pressa e o governo também.

Com a secretaria de Estado e o Detran na mão, Benedito acha que faz calo de sangue na disputa pelo Senado e ainda elege o filho, Artur, deputado federal.

No chapão ele sabe que, por mais que faça, será sempre o segundo candidato ao Senado e, pior, não elege o filho à Câmara Federal.

Bom; com o pedido posto à mesa, só resta agora ao governador Téo Vilela negociar – dizem que Benedito exigiu a Secretaria de Educação.

Quanto ao Detran, tudo indica que o negócio está fechado; o atual diretor, Antônio Sapucaia, até já avisou que pode deixar o órgão a qualquer momento.

 

Postado em 05/04/2010 às 18:44

Alagoas dos maus alagoanos

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Eles atuam há muito tempo contra Alagoas, mas só agora foram denunciados. O governador Téo Vilela culpou os maus alagoanos, que não querem o desenvolvimento do Estado e agem sorrateiros atrapalhando obras e emperrando a liberação dos recursos financeiros.

E quem são s maus alagoanos?

Sabe-se que eles existem; sabe-se como agem, mas o mau-caráter jamais se assume como mau-caráter. O mau alagoano existe, é mau, mas não é burro para se identificar.

Mas, apesar de agir sorrateiro, é possível identificar alguns dele aqui e ali. Por exemplo: quem pediu para o governador nominar os maus alagoanos é um deles; quem nega a existência do mau alagoano também é um deles; quem impediu a instalação da fábrica de cerveja é outro mau alagoano, enfim, quem desviou dinheiro público, quem tentou extorquir o empresário italiano que desejava montar  a  fábrica de fraldas descartáveis e absorvente feminino são maus alagoanos.

E são tantos os maus alagoanos, que melhor é identificar os bons alagoanos – que, infelizmente, são muito poucos na política.

O mau alagoano é conivente com assaltos a bancos, roubo de carros e de cargas; tinha o dever de impedir os crimes e, pelo contrário, facilitou a prática criminosa.

O mau alagoano quer impedir a instalação do estaleiro em Coruripe por diferentes motivos: porque é invejoso, porque quer extorquir o empresário e porque é mau mesmo e precisa da miséria para sobreviver na política.

Poderíamos, pois, num exercício sem muito esforço, identificar os maus alagoanos. O que o amigo acha? Vamos identificar apenas dez maus alagoanos?

 

 

Postado em 03/04/2010 às 08:33

Nunca se matou tanto! De raiva

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A espetacularização do noticiário sobre violência em Alagoas torna-se hilário. Um sociólogo descobriu que Alagoas lidera o ranking nacional onde se mata mais.

Besteira! Até 2006 era também o Estado onde mais se assaltava agências do Banco do Brasil em ano eleitoral, e agora não é mais. Isto significa dizer que o governo Téo Vilela fez alguma coisa ou então os assaltantes de bancos em ano eleitoral se aposentaram.

O agravante é que, de 1998 até 2006 foram mais de 300 agências bancárias assaltadas; só da agência do BB de Quebrangulo levaram mais de 1 milhão de reais – e o assaltante preso estava liso.

Não se apurou assalto algum, nem mesmo o BB de Boca da Mata – onde o assaltante deixava a sacola na fila para o assalto no dia seguinte.

No assalto em Colônia Leopoldina, o assaltante que matou o policial militar desceu da carroceria da camionete e repreendeu a vítima agonizando:

Por que você reagiu, cara!

No assalto ao BB de Palmeira dos Índios, um dos assaltantes passeou pelo comércio, comprou cinco chicletes e pagou com 10 reais – e não quis troco.

Apesar da rota de fuga dos assaltos às agências do BB de Boca da Mata, Viçosa, Quebrangulo e Palmeira dos Índios ser a mesma, os assaltantes jamais foram identificados.

Tempo bom aquele!

Mas, aí apareceram os delegados Paulo Rubim e Marcílio Barenco e sujou tudo; nunca mais os assaltantes de agência do BB em ano eleitoral puderam trabalhar.

Sabe o que eu acho? Eu acho que os assaltantes estão forjando a estatística, para forçarem a volta do status quo. Mas, já estamos em abril e não assaltaram o Banco do Brasil

 

Postado em 31/03/2010 às 22:40

Jesus não morreu à tarde, às 3. Boa Páscoa para vocês!

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Ana não conseguia gerar filho homem e para o judeu isto ainda hoje é desfeita, calcule na época de Ana. O marido, Joaquim, encabulou-se com a situação humilhante diante dos amigos e aprovou mandar a mulher para ser tratada pelos lideres religiosos.

Ana passou um tempo internada, em tratamento para gerar filho homem. Voltou para casa e engravidou – e nasceu novamente mulher. Ocorre que essa filha, a quem Ana e Joaquim deram o nome de Maria, é a mãe de Jesus.

E foram cinco filhos homens a descendência de Maria; sabe-se que Jesus teve quatro irmãos: Santiago, José, Simão e Judas.

Mas, Jesus foi o mais famoso. O neto de Ana e Joaquim se levantou num protesto diferente contra o Império Romano. Saiu procurando quem o quisesse seguir na pregação de um reino diferente e reuniu um grupo dispare.

Mateus era cobrador de impostos e os judeus o odiavam; certa vez, para provocá-lo na frente de Jesus, indagaram se era justo pagar imposto para César e Jesus respondeu a frase celebre:

- A Deus o que é de Deus e a César o que é de César.

Judas Iscariotes era contador e cuidava das finanças de Jesus; e Pedro era um pescador ignorante e brigão. Thiago, outro seguidor de Jesus, de família rica, ensejou a frase:

- Meu reino não é aqui na terra.

Isto porque a mãe de Thiago consentiu que o filho seguisse Jesus, mas em troca de ocupar um bom cargo no governo Dele. Não sabia ela que a revolução que Jesus pregava era outra.

A revolução de Jesus mudava os costumes. Ao admitir Madalena no grupo e ouvi-la; ao desobedecer a ordem para discriminar a mulher, Jesus enfrentou problemas até mesmo com os apóstolos, principalmente Pedro.

A mulher não era sequer contada como gente; o homem sabia quantos camelos ou quantos cordeiros possuía, mas ninguém sabia quantas mulheres existiam porque a mulher não era recenseada.

Jesus quebrou o tabu e encarou a reação contrária com sabedoria; quando intercedeu em favor de Madalena ele provocou com a frase:

- Quem nunca pecou atire a primeira pedra.

Que Jesus existiu não duvido; ninguém fala sobre alguém por tanto tempo, se esse alguém realmente não tivesse existido. É claro que é da humanidade exagerar em favor dos mitos, mas há opção que define melhor Jesus – e, nesse particular, a versão do Alcorão é mais lógica que a Bíblia; para o mulçumano, Jesus foi o Profeta.

Para o mulçumano, o filho de Deus é Adão – o que, convenhamos, é mais lógico porque o fez de barro. E Jesus é filho de Maria, irmão de Santiago, José, Simão e Judas.

Assim, se os mulçumanos também admitem Jesus, então não resta duvida de que Ele existiu e que foi martirizado na cruz -  apenas com o detalhe: os pregos não foram fincados na palma da mão, mas nos pulsos; na palma da mão os braços se desprenderiam.

Jesus não morreu à tarde, às 3. E sua revolução marcou a humanidade, e tudo indica que para séculos e séculos sem fim amém!

Que todos tenham uma Boa Páscoa!

 

 

Tags: Jesus, Páscoa, Madalena

Blog do Bob

Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.