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Postado em 08/07/2010 às 14:13

Quem vai votar em Heloísa Helena duas vezes levante a mão

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Num bate-papo em torno de uma mesa, durante a roda de samba no Orákulo, um grupo de freqüentadores com idade de no máximo 35 anos discutia a eleição e o voto para o Senado.

Condenavam algumas candidaturas e deletavam alguns candidatos dizendo: não voto nesse por isso; não voto naquele por aquilo.

Foi aí que um dos participantes levantou a bola declarando que vai votar duas vezes em Heloísa Helena.

Eu estava na mesa ao lado e ouvi atentamente a discussão. Concluí que a estratégia de Heloísa, pregando o segundo voto para o Senado nela mesma, repercutiu no eleitorado.

- Quem vai votar duas vezes em Heloisa Helena levante a mão! – propôs.

Eram seis à mesa; três homens e três mulheres, e um dos homens é bancário; já o conheço como caixa de uma agência bancária em Jaraguá. Deduzi que são todos colegas de trabalho.

Todos levantaram a mão.

Daí, outra conclusão: Heloísa Helena vai protagonizar feito histórico na eleição para o Senado este ano. São duas vagas e ninguém duvida que ela está eleita, mas, com essa estratégia de pedir o segundo voto para ela mesma, a outra vaga de senador pode apresentar a grande surpresa dessa eleição.

O que o amigo internauta acha? Ou melhor: o amigo internauta também vai votar duas vezes em Heloisa Helena?
 

Postado em 06/07/2010 às 22:11

Cuidado com ONG e ambientalista. Tenha muito cuidado!

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O imbróglio acerca do novo Código Florestal Brasileira tem várias vertentes, mas, antes de enveredar por elas faz-se imperioso o esclarecimento:

Nenhum ambientalista, nenhuma ONG seja nacional ou estrangeira, nenhum missionário religioso atuando na Amazônia tem mais autoridade moral que o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) – que é redator do Código.

Eu conheço o Aldo e conheço ambientalistas e ONGs - ainda que não deva generalizar, pelas decepções que tive com ambientalistas e ONGs.

É possível que haja ambientalistas sinceros e ONGs sinceras, mas não tive ainda a chance de conhecê-los e isso justifica – até prova em contrário – a generalização que faço.

Os ambientalistas que conheci eram na verdade punguistas disfarçados de verde. Se estavam vinculados a ONGs estrangeiras, eles agiam sempre contra os interesses nacionais; quando se insurgem contra obras na Amazônia não é para defender a floresta, mas os gringos que os bancam.

E se eram autônomos, ou seja, se não eram submissos às ordens externas agiam para se locupletar com verbas públicas ou extorquir empresas privadas.

Uma peste. Perdoe-me a generalização, mas entendam a experiência decepcionante. Daí, a priori não confie em ambientalista nem ONGs.

Vejamos o exemplo: está acontecendo a maior tragédia ambiental no Golfo do México e pergunto: cadê os ambientalistas internacionais? Cadê o Greepeace? Cadê as ONGs?

Já imaginaram se tal tragédia – a maior em toda história da exploração petrolífera em alto mar e em terra – tivesse acontecido no Brasil?

A omissão desses ambientalistas acerca da tragédia no Golfo do México deve servir para reforçar a desconfiança. Cuidado, muito cuidado com ambientalista e ONGs – de ordinário, são altamente perigosos e nocivos à nação.

O deputado federal Aldo Rebelo, alagoano de Viçosa, foi meu colega na Universidade Federal de Alagoas. Fizemos parte da mesma equipe nas aulas de Sociologia, ministradas pelo saudoso professor Salomão de Barros Lima.

Ingressamos na Ufal em 1975, quando ainda vigorava o famigerado Decreto-Lei 477, que era o AI-5 para punir universitário, professor ou funcionário de universidade que se envolvesse com política; que questionasse o regime ou se revelasse comunista.

Éramos cinco: eu, o Aldo Rebelo, o Beto Jucá, o Alberto Casado e o Péricles Gama. E o Aldo sempre se mostrou correto nos posicionamentos; ouso dizer que um nacionalista-marxista, que na época seguia a linha comunista chinesa.

Aliás, o professor Salomão dividia a classe em equipe e cada uma com um patrono. Tinha a equipe Gilberto Freire, equipe Arthur Ramos, e o patrono da nossa equipe o Aldo Rebelo escolheu.

Era equipe Mão Tse Tung; quando o Aldo pronunciou o nome o professor Salomão tomou um susto; ele fumava e jogou o cigarro fora para aplacar o pigarro.

E o que esses ambientalistas querem?

O que eles querem é atrasar a evolução do País; quando eles se insurgem contra uma usina hidrelétrica na Amazônia é porque o desenvolvimento leva a ocupação populacional e a Amazônia povoada fica difícil de piratear as riquezas que possui no solo e no subsolo.

De Boa Vista a Manaus tem um trecho de quase 300 quilômetros que, a partir das 18 horas, torna-se terra estrangeira; ninguém passa sem a autorização dos índios – na verdade, das ONGs e missionários da área que usam os gentios como inocentes úteis.

Eu conheço bem essa história; minha indignação tem justificativa. Para os inimigos é preciso manter a Amazônia despovoada, porque o índio é fácil de enganar e ainda se pode usá-lo como escudo; não foi por humanismo que o Sting saiu passeando com o Raoni mundo a fora.

E também não foi por convicção ambiental, nem preocupação com a Natureza, que aquele diretor de cinema se rebelou contra a construção da hidrelétrica no Pará.

Agora seja.

Se houvesse sinceridade esses ambientalistas estavam gritando contra a tragédia no Golfo do México.

Daí, o novo Código Florestal Brasileiro, cujo relator foi o deputado Aldo Rebelo, é o que interessa ao País; o Aldo prestou relevante serviço à Nação – e não seria diferente; o Aldo cresceu, virou deputado em São Paulo, mas ainda conserva a mesma coerência e honestidade do tempo da Ufal.

Que morram todos os ambientalistas que conheci e eram punguistas! E viva o novo Código Florestal Brasileiro.
 

Postado em 06/07/2010 às 08:18

Vídeo:candidato a governador em Alagoas só de cueca. Veja

Assista abaixo o vídeo com o candidato a governador semi-nu.

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O jornalista Wadson Correia, do Cada Minuto, descobriu no You Tube um vídeo do candidato a governador de Alagoas, Tony Cloves (PCB) somente de cuecas.

Radialista e dono de uma Lan House em Delmiro Gouveia, o candidato aparece no vídeo fazendo reparos nos computadores de sua loja.

A chance de o candidato do PCB se eleger governador é a mesma que o camelo tem para passar no fundo de uma agulha, mas, dos cinco postulantes ao governo do Estado ele é o que apresenta ser o mais pobre – e, assim, tem a chance de entrar no Reino do Céu, de acordo com a Bíblia.

Trata-se de conforto.

Também, numa fase em que a cueca tem servido para esconder dinheiro de origem ilegal ou duvidosa, o candidato comunista se mostrou por inteiro; na cueca dele não tem nada a esconder, além daquilo que a anatomia produz. E não tem furos.

Se a opção do eleitor for um candidato despido de vaidades, está aí o nome certo. Que acham?


 

Postado em 06/07/2010 às 01:26

Collor faz a campanha mais pobre; Téo a mais rica

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O candidato a governador, Fernando Collor (PTB), fará a campanha mais pobre; ele declarou à Justiça Eleitoral que tem só R$ 9 milhões para gastar.

Já o candidato Ronaldo Lessa (PDT) declarou que vai gastar R$ 15 milhões – e fará a campanha tipo classe média.

Finalmente, o governador Téo Villela (PSDB), candidato à reeleição, tem mais bala na agulha e declarou que vai gastar R$ 30 milhões.

Mas, caro internauta, é possível que o que foi declarado fique apenas na intenção; é possível que se gaste muito mais, considerando-se que na eleição para deputado federal, por exemplo, a estimativa de custo é de R$ 5 milhões.

De qualquer forma, somando-se a estimativa de gastos dos três candidatos são R$ 54 milhões que serão injetados no mercado até 3 de outubro.

O que é igual a:

1) Ao orçamento do Tribunal de Contas este ano.

2) A metade do orçamento da Assembléia Legislativa este ano.

Será que vai dar para o gasto?
 

Postado em 05/07/2010 às 15:47

Assessoria confirma bate-boca àspero, mas nega briga de Lessa com Toledo

A assessoria do candidato a governador Ronaldo Lessa (PDT) disse ainda que, apesar da discussão, o PTdoB fechou acordo para formar na coligação Frente por Alagoas.

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(Atualizado às 18 horas)

A assessoria do candidato a governador Ronaldo Lessa (PDT) confirmou ter havido o bate-boca em tom áspero entre Lessa e o presidente estadual do PTdoB, Marcos Toledo, mas negou que os dois tivessem ido às vias de fato na reunião esta manhã no Hotel Jatiúca.

- Houve de fato uma discussão áspera, mas em nenhum momento eles trocaram tapa. Esse não é estilo do Ronaldo (Lessa). E, também, o acordo foi fechado e o PTdoB fará parte da coligação. Imagine se alguém iria se coligar com um candidato com quem trocou tapas! - disse o jornalista Joaldo Cavalcante

A reunião serviria (serviu) para Lessa definir o ingresso do PTdoB na coligação de apoio a sua candidatura ao governo do Estado, mas ele se desentendeu com Marcos Toledo – que vinha negociando também o apoio do PTdoB ao PSDB do governador Téo Vilela.

O blogue apurou que a divergência é de ordem financeira, não é nada de ordem técnica-eleitoral.

Lessa se exaltou e exigiu que Marcos Toledo lhe respeitasse. Os dois bateram boca e trocaram tapas, mas, foram separados pela turma do deixa disso, acaba com isso....

Depois dessa, o PTdoB ou soma com o PTB do senador Fernando Collor ou vai para o ninho tucano.

Mas, pelo que garantiu o jornalista Joaldo Cavalcante, o acordo foi mesmo fechado.
 

Postado em 05/07/2010 às 14:48

De quem é esse jegue?

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Não é a primeira vez que o fazendeiro Ivanízio Moraes é assaltado em sua propriedade, a fazenda Belém, em Capela; mas, é a primeira vez que a polícia descobre e prende os assaltantes – que devem ser os mesmos.

E por que antes a polícia não descobria nada? Ineficiência? Descaso? Inoperância? Incompetência? Omissão? Ou?...

Não sei; só sei que era assim: os assaltantes agiam livremente; a fazenda Belém e a agência do Banco do Brasil em Boca da Mata têm algo em comum – que é a condição de alvos privilegiados dos assaltantes.

Em ano eleitoral, a agência do BB em Boca da Mata era assaltada uma vez por mês; em 2002 bateu o recorde nacional, o que levou a direção do BB a pensar em fechá-la.

Incrível é que, após a ameaça da direção do Banco do Brasil de fechar a agência de Boca da Mata, nunca mais houve assalto.

Aliás, queiram ou não; gostem ou não, mas uma coisa a sociedade tem de reconhecer: no atual governo, não está fácil assaltar bancos. Pelo menos como ocorria antes.

Em maio do ano eleitoral de 2002, por exemplo, 27 agências bancárias já haviam sido assaltadas. No ano eleitoral de 2010, já estamos em julho e ocorreram apenas quatro assaltos – sendo dois postos bancários.

É um avanço, sem dúvida.

E, ao mesmo tempo em que a sociedade aplaude as autoridades policiais atuais pela eficiência, também reforça a dúvida atroz sobre o comando dessas ações criminosas.

Ninguém acredita que esses assaltantes agem por conta própria.

Deve existir o comandante, o capo, que lidera tudo com mão de ferro e ameaças.

Com tantas armas potentes, com tantos veículos velozes e tanta logística, é difícil aceitar que são assaltantes comuns.

Pois bem: de quem é esse jegue?
 

Blog do Bob

Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.