Vem aí mais uma rodada de pesquisa de intenção de votos para o governo de Alagoas e, mais uma vez haverá desencontro de números.
Foram três pesquisas: do Ibope, do Vox Populi e do Gape.
O Vox Populi demorou quase uma semana para ouvir 1,5 mil pessoas, o Ibope levou três dias para ouvir 800 pessoas e o GAPE ouviu 800 pessoas em apenas um dia.
Pelo Ibope e pelo Vox Populi a disputa está embolada, ou seja, registrou-se empate técnico. Os candidatos Ronaldo Lessa, Téo Vilela e Fernando Collor estão no mesmo patamar e nenhum deles ultrapassou ainda 35 pontos percentuais, e a diferença entre eles caiu em relação às pesquisas anteriores.
Nesta terça-feira o Cada Minuto destrincha os números, com a avaliação completa realizada pelo Vox Populi, que foi contratado pela coligação liderada pelo governador Téo Vilela.
Mas, pode-se fazer aqui uma pesquisa particular e indagamos quem o internauta acha que está na frente? Ou o resultado correto é mesmo empate técnico, como o Ibope, contratado pela TV Gazeta, registrou na última pesquisa?
Faltando 20 dias para a eleição de 3 de outubro, não parece que estamos em ano eleitoral em Alagoas. É que não aconteceu nenhum assalto a banco e, melhor, quando ia acontecer a polícia chegou antes e pimba!
Prendeu os assaltantes.
Isto é inédito, fantástico, extraordinário. Por que isso não acontecia antes? No ano eleitoral de 2002 foram 57 assaltos e no ano eleitoral de 2006 bateu-se o recorde nacional com 102 assaltos – o que levou a Folha de S Paulo a fazer uma matéria, tal o exagero dos números.
E o pior é que, para obter o numero verdadeiro de assaltos a bancos em ano eleitoral, em Alagoas, a Folha de S Paulo teve de contar com a Secretaria de Segurança Pública do Ceará, porque as autoridades alagoanas na época esconderam a verdade.
Alguém sabe explicar o motivo desses assaltos não acontecerem mais?
Enquanto aguardo a explicação de quem pode ajudar a desvendar esse intrigante mistério, transcrevo parte da memória de um assaltante de bancos e ladrão de cargas desempregado.
As memórias começam assim:
Antes (diz o assaltante hoje desempregado) a gente assaltava um banco e roubava cargas, e tinha certeza de que ninguém ia descobrir. Mas, aí, elegeram governador esse tal de Téo Vilela, que trouxe um tal de Paulo Rubim para secretário de Segurança Pública, que trouxe um tal de Marcílio Barenco para dirigir a Polícia Civil e, achando pouco, trouxe agora um tal de coronel Dário César para comandar a Polícia Militar e o resultado é esse: estamos desempregados.
Não podemos assaltar nada mais que a polícia chega para nos prender. Precisamos mudar essa situação absurda! Precisamos mudar essa situação, porque assaltante de banco e ladrão de carga também são gentes e precisam sobreviver facilmente. Na condição de assaltante de banco e ladrão de carga desempregado, eu confesso que era feliz e não sabia. Fica aqui meu protesto. Polícia eficiente, nunca mais! Voltemos aos bons tempo, já!
O que o amigo internauta acha das memórias escritas por esse assaltante de banco desempregado?
A ordem na coligação “`Pelo Bem de Alagoas”, liderada pelo governador Téo Vilela (PSDB), é eleger quatro deputados federais.
A desistência do deputado federal Carlos Alberto Canuto de tentar a reeleição é parte do plano para fortalecer a candidatura do ex-prefeito de Penedo, Alexandre Toledo.
Carlos Alberto Canuto vai disputar a Prefeitura do Pilar, em 2012.
São nove vagas para a Câmara Federal e a distribuição inicial de três vagas para cada uma das três coligações deve ser mudada quando os votos forem contados.
Ficaria assim:
Coligação liderada pelo governador Téo Vilela, candidato a reeleição, elegeria quatro deputados federais – dois deles já certos: Givaldo Carimbão, que se reelege, e Artur Lira, que herda a cadeira do pai.
E as cinco vagas restantes ficariam para as coligaões lideradas pelo candidato a governador Fernando Collor (PTB) e Ronaldo Lessa (PDT) – e, nestas, quatro estão certos: João Lyra, Célia Rocha, Joaquim Beltrão e Renan Filho.
Fica faltando 1. Quem será? Ou melhor, o amigo internauta acha que a coligação liderada pelo governador Téo Vilela elege quatro deputados federais?
Nenhum dos três candidatos a governador ultrapassou ainda 30% da intenção de votos e estão empatados; Collor e Téo têm o mesmo percentual e a diferença para Lessa, que está na frente, é de apenas 1 ponto percentual.
Esse é o quadro real da disputa sucessória em Alagoas e só os muito apaixonados podem acreditar diferente.
Eu conversei com um deputado estadual, candidato à reeleição, que tem os números verdadeiros da pesquisa de intenção de votos e ele me disse que, se Lessa se livrar da impugnação da candidatura, tem lugar garantido no segundo turno.
Disse-me também que o governador Téo Vilela é o que mais cresceu nas pesquisas. Daí, qualquer prognostico sobre o resultado da eleição para o governo do Estado é prematuro, porque tudo vai ser definido agora na reta final.
Nesses 22 dias que faltam para a eleição de 3 de outubro o quadro sucessório em Alagoas está nesse pé; a eleição será decidida num detalhe, qualquer que seja, grande ou pequeno.
O empate técnico entre os três candidatos já foi detectado na pesquisa do Ibope, contratada pela TV Gazeta, e, na edição deste sábado, a Gazeta de Alagoas foi obrigada por decisão judicial a reconhecer o que omitiu antes: Lessa, Collor e Téo estão assim, ó, pau a pau.
Tudo começou assim:
O pai de Osama Bin Laden era um magnata árabe multimilionário e George Bush, o pai do ex-presidente George W. Bush, o convidou para sócio nos projetos da família Bush, no Texas, onde exploram petróleo.
O pai de Osama topou e investiu 120 milhões de dólares nos negócios da família Bush – que o convidou para visitar os projetos e o pai de Osama aceitou.
George Bush, o pai, sugeriu ao pai de Osama sobrevoar a área num monomotor – que caiu matando o piloto e o pai de Osama.
Com a morte do velho Bin Laden, o primogênito de 52 irmãos assumiu o lugar do pai. A família Bush pediu mais 120 milhões de dólares em investimento direto e um contrato de exportação de 600 milhões de dólares – e o irmão de Osama aceitou e cumpriu.
A família Bush convidou o irmão de Osama para visitar os projetos e George Bush, o pai, sugeriu ao irmão de Osama sobrevoar a área num monomotor – que caiu matando o piloto e o irmão de Osama.
O 11 de setembro, que marca os Estados Unidos pela tragédia em exibição direta, ao vivo, na televisão deve ser entendido a partir daí - se a tragédia foi mesmo obra do terrorismo oriental; se foi mesmo obra de Osama Bin Laden.
O então presidente Bush recebeu a notícia do atentado às torres do Wall Trade Center durante a visita a uma escola no interior e a reação dele foi de quem já esperava a rebordosa – só não imaginava a extensão do dano, nem a ousadia e a gravidade da ação.
Bush ficou entre paralisado e reflexivo, e isto pode ser comprovado nos flagrantes dos fotógrafos e cinegrafistas. Demorou até para entrar em si e admitir que era o presidente, e que precisa mostrar ao País que estava reagindo.
O dois numerais 1 que formam o 11 de setembro parecem as duas torres que aviões suicidas puseram abaixo. Ou o pai e o irmão que os Bin Laden perderam.
O 11 de setembro pode não ter sido mera casualidade. Níngüem sabe depois da morte do pai e do irmão, como os negócios entre as famílias Bush e Bin Laden foram conduzidos.
Quem sabe?
KKKKKK. Na verdade, quem vai ganhar a corrida em 1º lugar é o Saci Pererê. Conte outra.
Roberto Villanova Começou no Jornalismo em 1973. Foi repórter II do Jornal do Brasil (1977/88) atuando como correspondente do JB em Alagoas e na Paraíba. Redator de Política do Jornal de Brasília (1992/93) e atualmente colunista político de O Jornal, onde assina a coluna Contexto. Primeiro blogueiro da imprensa alagoana.